Uma questão de peito

 As mulheres que queimaram os sutiãs em praça pública certamente não haviam comprado o modelo certo. Bem mais do que por liberdade, hoje a “queimada” deveria se repetir. Já cansei das vezes que, com todo carinho, paixão e cartão de crédito levei um ou dois bonitinhos para casa que num futuro me fizeram arrancá-los desesperadamente tamanho incômodo que me provocaram. Quase um pesadelo, uma ofensa, um ato de puro desrespeito.

E desconfio que os fabricantes de sutiãs andam fazendo experiências bizarras em manequins insensíveis/despeitados. Hunf.

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10 pensamentos em “Uma questão de peito”

  1. A indústria de vestuário brasileira não se preocupa com a consumidora. Quem usa tamanhos maiores acaba sem opção: quando serve no busto sobra nas costas, ou as alças são muito finas ou muito largas. Tamanhos para diferentes larguras do tronco(como na Europa/USA) criando númeração A,B,C, que servissem nas magras com peitão ou nas gordinhas com menos peito. E claro qualidade e beleza são fundamentais. –

  2. Eu não tenho muita dificuldade, mas minha mãe, que veste 44 ou 46, tá sofrendo pra encontrar um sutiã que agrade. Ou é muito volumoso, ou incomoda embaixo do braço, ou a estampa é feia… e aqui em Brasília é três vezes mais difícil encontrar opções. =/

    Ah, se fosse fácil (e em conta) fazer sutiãs sob medida, hahaha!

    Beeeijo!

  3. Sei bem como é isso. E você ainda consegue encontrar uma grande variedade de modelos no mercado. Eu, que visto 48, já encontro dificuldade para encontrar sutiãs que me sirvam, ainda mais para encontrar modelos confortáveis. =/

    =*

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