voltando às origens

minha mente explodiu. 

andar e voltar para o mesmo lugar – de forma diferente – é algo bom. só que eu não sabia disso.

você já deve ter ouvido alguém dizer que “olhar as coisas com os olhos de uma criança” é a alegria como se fosse um saco de pipoca, né?

sempre amei desenhar, mas diante de uma folha em branco, ficava bloqueada. eu tinha medo da folha em branco.

comecei a lembrar dos momentos em que mais senti prazer desenhando e orgulhosa de mim, e pasmem: nunca foi em folhas em branco. às vezes, nem mesmo em papel. 

minha mãe diz que quando criança, eu desenhava nas paredes (lembro bem: a casa era toda de pedaços aleatórios de madeira e tinha uns pedaços de fórmica colorida), no chão e nos livros de receita dela. ela tem até hoje livros de receita desenhados por mim:

desenho de mini-Vitrola…

me sinto “furtiva” desenhando em superfícies que não são as tradicionais, sabe? e daí, o prazer. 

só queria compartilhar isso com vocês para lembrar que caminhos podem ser resgates da alma. do que você sempre amou fazer, mas deixou em algum cantinho amadurecendo, enquanto esperava pelo seu retorno da paixão. será que já não é hora de voltar para ele? resgatar o velho com sua nova visão de vida?

continue!

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