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Pintando o cabelo de roxo!

(fazendo esse post no celular mesmo para facilitar as dúvidas dos amigos que perguntaram, haha!)

 

Desde o ano passado – inclusive era meta para 2015 – tenho vontade de ter o cabelo roxinho. Como algum tempo atrás fiquei loira, nada melhor do que aproveitar o enjôo da loirice para tacar uma corzinha, né?

 

Então, vamos lá, desde o início: meu cabelo é castanho médio com muitos fios brancos. Primeiro, descolori o cabelo totalmente usando descolorante AVORA 9 tons + água oxigenada 30 volumes, duas vezes. A primeira vez, em julho deste ano, e a segunda, só em novembro. A cor do meu cabelo estava assim, após essas duas descolorações:

 

 

Eu dei esse tempo entre as duas descolorações por três motivos: primeiro, eu quis ficar um tempo acobreada. Depois, quis ficar um tempo loira. E terceiro, e não menos importante: tratar o cabelo durante esse período, pois descolorações acabam maltratando bastante o cabelo. Não importa o salão, não importa o produto: se você não tratar de um cabelo descolorido, ele pode até não apresentar “danos”, mas com o tempo ele vai ficar quebradiço, com aparência mais opaca…

 

O que eu usei (e uso) muito para recuperar os danos causados por descoloração e tintura: umectação com óleo de côco semanalmente, queratina Niely quinzenalmente, Anti Age Amend, Máscara L’Oreal Reparação Total 5, Morte Súbita Lola, Leave-in Amarula Amend (costumo testar sempre outros produtos, mas recentemente são esses que tenho usado com mais frequência)

 

Com esta base de loiro que eu estava, passei apenas a Dark Violet da Creative Crazy Colors misturada em creme, e ficou um roxinho claro. Mas eu queria um roxo meio puxado pro magenta, então depois de alguns dias, resolvi misturar com algum tonalizante rosa.

 

Fiz uma nova mistura, desta vez usandoa  Creative Crazy Colors Dark Violet da Alfaparf de novo + Color Express Pink Show da Salon Line. Usei a Pink inteira e só um pouquinho da Dark Violet (um pouco mais que uma colher de sopa da Dark Violet).

 

Muitas pessoas usam a Dark Violet pura e o cabelo fica muito escuro. Ela é bem forte (como a maioria dos tonalizantes da Crazy Colors), e, por isso, indico que ela seja usada sempre misturada a algum creme. Pode parecer que não vai pegar, mas pega, e pega que é uma beleza! Se você quiser mais escuro, só ir acrescentando mais tonalizante na próxima mistura.

 

Bem, a quantidade de creme que utilizei foi o equivalente a um pote de creme Dove, desse tamanho da imagem abaixo, e deixei no cabelo por 30 minutos, depois enxaguei normalmente e só então condicionei os cabelos. Ah, a mistura é aplicada nos cabelos LAVADOS e apenas com shampoo, tá? Como se você estivesse fazendo uma hidratação.

 

Pode ser com qualquer creme branco que você tenha em casa, de preferência que tenha uma consistência mais durinha para a mistura não ficar escorrendo. Não precisa usar touca.

 

image

 

 

tonalizante-crazy-color-dark-violet-pink-show

 

O resultado, sendo a foto da esquerda a cor de como estava ANTES. Bastante diferença, né? Lembrando que, esse tipo de tonalizante NÃO PEGA em cabelos escuros (é necessário descolorir antes), nem em fios brancos, tá?

 

 

Espero que tenham gostado (eu tô muito apaixonadinha por essa cor!). Qualquer dúvida, deixa aí nos comentários 🙂

 

Ah, e Feliz Natal, pessoal o/

Você conhece seu cabelo?

Uma vez, vi um vídeo no Youtube de uma mocinha, da qual não lembro mais o nome, falando sobre cabelo. Se vocês souberem quem é, digaê nos comentários que terei maior prazer em editar o post, pois esse vídeo já tem meses que assisti e desde então, não saiu mais da minha cabeça.

 

No vídeo, basicamente, ela dizia sobre lembrar de como é usar o cabelo sem nada. É, sem nadinha. Só lavar, condicionar e tchum, cabô. Esperar secar e ver que bagulho que dá. Wow!

 

Eu pensei: isso seria muito louco, pois desde que parei de alisar, eu não sei como é meu cabelo de verdade. Mas aí fiquei lembrando, resgatando mentalmente toda minha história de cabelo. Todo mundo tem uma. Você certamente tem uma. Sua melhor amiga provavelmente, tem uma. 

 

A minha é assim: lá em casa, rolava uma idolatria com cabelo. Não da parte da minha mãe, que mantinha os cabelos curtos desde sempre. Mas dos parentes com o meu cabelo. "Que cabelo lindo! Nunca corta, hein?" "Jamais pinte esse cabelo!" "Cabelo de verdade é comprido e natural!" – e coisas do tipo. E de fato era assim: eu nunca pude cortar. Porém, dos 8 anos até cerca de 13 anos, eu tive piolhos. Pois é. Imagina uma vasta cabeleira… piolhenta. Esta era eu.

 

Não era falta de cuidados, de tentativas. As pessoas diziam várias receitas e minha mãe tentava todas. TO-DAS. Querosene, alcool, fubá quente, neocid (sim, o pózinho mega tóxico), henê, fumo de rolo. Era impressionante a variedade e criatividade das pessoas – e eu sempre torcia para que quando minha mãe tecesse qualquer comentário sobre os moradores da minha cabeça, essa pessoa não soubesse de nenhuma receita nova em especial que incentivasse minha mãe a tentar: "Ufa, essa já foi!".

 

Todo tipo de constrangimento escolar eu passei por causa dos malditos piolhos. Ser afastada dos coleguinhas, virar alvo de piadas, ser ameaçada, levar bilhetinho pra casa, ir para a secretaria… até o dia que não aguentei a pressão e pedi pra sair da escola, e fiquei sem estudar cerca de 1 ano e meio. Então sim, eu cresci odiando meu cabelo. E na primeira oportunidade adolescente, não pensei duas vezes: fui passar férias na casa de uma tia e passei a tesoura.

 

Eu me libertei. De uma imposição das pessoas, de um cabelo que para mim, carregava uma história que eu não queria que fizesse parte do meu corpo fisicamente – já que ocupa parte da minha memória mesmo a contragosto.

 

Da esquerda pra direita, sentido horário: aos 7 anos, aos 9 totalmente liso por causa do henê, aos 18 loira, aos 19 morena e cacheada, aos 19 e passando creme nos cabelos, aos 25 totalmente fã da chapinha e aos 27 pós primeira selagem.

 

Então sim, eu sou desapegada com meu cabelo, ou tento ser, na maioria das vezes. Meu cabelo não pode ser o centro da minha vida. Acho perda de tempo (pra MINHA vida, que fique claro) levar horas na frente do espelho ajeitando o cabelo, sendo que eu poderia estar fazendo outra ou coisa ou apenas NADA. Não tenho receio de mudar de cor quando dá na telha, ou de tentar um novo corte se o atual não me agrada mais. É mais que uma satisfação visual, é uma afirmação da minha liberdade: eu sou o que eu quiser ser, quando quiser ser.

 

Acho essencial essa busca. Saber o que funciona, o que não funciona, COMO SOMOS DE VERDADE, e lembrar sempre que somos pessoas diferentes, e que obviamente, os resultados variam: vai dar certo ou não vai, e isso não é o começo nem o fim do mundo. Às vezes recebo e-mails de pessoas me perguntando "mas se eu fizer isso no meu cabelo, vai dar certo?" e eu NÃO SEI. E exatamente por isso, essa busca acaba sendo algo muito pessoal, e um olhar pra importância de nos conhecermos melhor – dos pés à pontinha do cabelo, literalmente.

 

Vejo atualmente meninas idealizando cabelos que, gente… obviamente tiveram uma superprodução por trás de tudo daquilo, tanto de fotografia quanto de produtos/acessórios. Eu já tive o cabelo que eu sempre quis. Mas dava trabalho, e me tomava mais horas e preocupações do que deveria. Cada elogio eu aceitava mais como "você não sabe o trabalho que dá" que com gratidão. O real, no dia a dia, pode não ser sempre tão belo, definido e superproduzido quanto na revista ou na página famosa. E aí, como é que fica? 

 

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Haja progressiva, escova e chapinha em pleno verão pra esse "cabelo dos sonhos"…

 

E sim, eu amo produtos e cuidados com o cabelo, acho divertido reservar uma hora e fazer tudo isso, experimentar coisas, testar novas receitinhas. Quem me acompanha sabe que adoro tudo isso! Mas tudo isso tem que cada vez mais se encaixar no meu ritmo, no meu tempo, na minha disposição. A única obrigação que eu tenho, no fim de toda essa loucura, é de procurar estar bem comigo mesma, mas se eu não conseguir… tudo bem também. Uma dia de cada vez, não é mesmo?

 

Me conta: Qual a sua história com seu cabelo? E a sua relação com ele? Tem sido cansativa ou tranquila? O que você costuma fazer quando se sente assim?

 

Renata, ilustradora, blogueira, gateira e atualmente precisando muito de vitamina T(esoura) #meucabelodeverdade

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Inspiração cabelos: Jena Malone

Já contei aqui que tenho uma certa inquietude capilar. Se não quero mudar o corte, mudo a cor e assim por diante. Atualmente, quero deixar ele crescer um cadinho, e andei percebendo que cansei dos cabelos absolutamente vermelhos. Sei que a maioria vai dizer "Ah, Re mas é tão legal…". E é! Mas também é trabalhoso e caro… não sei qual é o castigo das tintas vermelhas, mas elas danificam os meus cabelos de uma maneira que não sei explicar (e sim, eu faço cronograma capilar). Juntando o necessário ao agradável, resolvi que é hora de dar uma mudada no visual. Tô naquela fase dessa necessidade também, sabe? Em resumo: cismei. Já era. Vamos que vamos!

 

E claro, mudar o visual inclui a minha parte favorita: a escolha do que virá. Dia desses, assistindo Hunger Games – Catching Fire me apaixonei pelos cabelos da personagem Johanna Mason (Jena Malone  -Donnie Darko, Contato). Fui pesquisar e acabei encontrando as várias mudanças capilares da moça, a maioria boas referências para os curtinhos mais clássicos. Até um moicano já rolou!

 

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Minha escolha não será tão radical, mas será totalmente inspirado na personagem. Se vai dar certo? Se vai ficar bom? Não perca as cenas dos próximos capítulos xD

 

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