Autor: mulhervitrola

Publicidade, mulher e cerveja juntos DO JEITO CERTO

Quando você tem um blog, é comum receber releases de campanhas. Eu gosto de receber, mas raramente são temas que me interessam a ponto de postar no blog, pois aqui se trata de um espaço com um conceito MUITO particular. Quando recebi esse e-mail do Coletivo Publicitárias com A, achei que tinha tudo a ver com o blog e claro, No que eu acredito. Segue o e-mail, na íntegra, logo abaixo.

Publicitárias e cervejaria artesanal unidos em ação no Mês da Mulher

Acostumadas a “matar jobs” comemorativos nas mais diversas ocasiões em seu dia-a-dia, as profissionais do mercado mato-grossense do Coletivo Publicitárias com A abraçaram mais um desafio neste Dia da Mulher.

A convite da Louvada, a primeira cervejaria artesanal de Cuiabá, e da Agência /renca, responsável pela comunicação da marca, o Coletivo desenvolveu uma ação conjunta para o Dia da Mulher, desmistificando conceitos como o de que mulheres não gostam e/ou entendem de cerveja, ou mesmo de que “não podem” sentar em uma mesa de bar sozinhas para degustar uma cerveja, ou, ainda, reunir amigas para uma happy hour.

Peças publicitárias leves e bem-humoradas, como um filme para internet, posts nas redes sociais e displays para mesas de bares, apresentam ao público o conceito “Coisa de Mulher Louvada”, associando a Louvada e seus produtos a uma posição de empoderamento, sem cair nos clichês da propaganda tradicional para a data.

Durante o mês, as consumidoras serão convidadas a postar fotos e comentar o que, para elas, é ser uma mulher Louvada, usando a hashtag da campanha (#coisademulherLouvada).

O objetivo da ação, além de aproximar ainda mais a marca de suas consumidoras, provocando a reflexão e o debate sobre questões que envolvem o cotidiano feminino, é apresentar o Coletivo Publicitárias com A, que nasceu em maio de 2017, por iniciativa de um grupo de profissionais, que se deparou com a ausência de palestrantes mulheres em um evento do setor, o que contrasta com a realidade do mercado, onde as mulheres estão fortemente presentes.

As publicitárias resolveram reunir outras colegas, primeiramente como um mapeamento informal do mercado e, desde então, o Coletivo vem planejando e desenvolvendo ações em prol da visibilidade da mulher e da igualdade de direitos no ambiente profissional, a começar pelo networking, criando uma rede de indicações para oportunidades e propostas de trabalho.

“A iniciativa surgiu no momento certo, quando temas como sororidade, empoderamento feminino, assédio, disparidade de salários entre homens e mulheres, conciliação dos papéis de mãe e profissional, entre tantos outros, têm sido debatidos em todos os mercados, de todas as regiões do país. E nós, autênticas mulheres louvadas, que honramos nossas trajetórias, não poderíamos ficar de fora desta discussão”, afirma Silene Ferreira, presidente do Coletivo.

“Faço parte do Coletivo e sou responsável por toda a comunicação da Cervejaria Louvada, por isso tive a ideia de unir estas forças. Ninguém melhor que publicitárias, mulheres, para criar a campanha do Dia da Mulher de uma marca que mais do que nunca, tornou-se uma coisa de mulher Louvada”, conta Natália Darini, sócia-proprietária da Agência /renca.

E o cliente também “comprou a ideia e a causa”. Ygor Quintela, diretor de Marketing da Cervejaria Louvada diz como recebeu a novidade: “Quando a /renca me trouxe a ideia fiquei empolgado, porque as mulheres já representam metade do nosso público consumidor e a gente honra esta preferência com muito orgulho”.

Com iniciativas como essa, ganham o cliente, os profissionais envolvidos e, principalmente, o mercado feminino.

Veja as peças da campanha nos perfis do Publicitárias com A (publicitariascoma) no Instagram, Facebook e no canal do YouTube, além dos perfis da Agência /renca e da Cervejaria Louvada.

 

 

 

 

 

 

Desabafo: vergonha de ser ilustradora?

 

Era uma vez uma ilustradora. E ela sentia vergonha do seu trabalho. 

É isso. Eu não aguento mais sentir vergonha e culpa sobre meu trabalho.

É isso que sinto, TODOS OS DIAS: vergonha e culpa.
Sinto vergonha de falar/divulgar e estar sendo chata, sinto culpa quando não estou ilustrando, pois tenho tantas ideias, mas coloco poucas em prática, seja por falta de tempo, procrastinação ou insegurança. Já li livros (A Arte de Pedir, A Grande Magia– maravilhosos, inclusive) e parece que nada e nenhum conselho faz com que eu acorde desse “transe” artístico da master vergonha e inibição. 
 
Em duas vezes, por exemplo,  que fui explicar para alguém sobre o que eu vendia, eu comecei um discurso – super tímido – mais ou menos assim: “vendo ilustras, em molduras, a pessoa escolhe o tamanho, a cor das molduras…”. E essas duas pessoas disseram a mesma coisa: “você parece que vende molduras, e não ilustrações”. Vrá. 
 
Não estavam erradas. O motivo é simples: eu tenho vergonha de falar do meu trabalho e das minhas ilustrações. Fico tentando desfocar elas, tipo: “então, aqui estão as molduras, LINDAS, e aqui… bem, aqui vai uma… ilustração. Feita… por… mim?”
 
Entenda, eu não estou dizendo que acho meu trabalho feio ou mal feito. Eu coloco todo meu coração, dedicação e amor quando faço cada um deles, mas, minha confiança ao apresentar o que eu faço passa correndo e ainda me dá a língua. Não consigo me imaginar dizendo “olha só, essa arte INCRÍVEL AQUI QUE EU FIZ, OLHEM”. Céus, NÃO. Me dá calafrios só de pensar.
 
Sigo há anos tentando entender, já que meu trabalho paga minhas contas. Ele já devia ser o trabalho mais lindo (mesmo isso não sendo verdade) apenas por isso. Antes, era só um hobby, mas agora, eu realmente vivo dele, dependo dele, compro a ração das gatas com ele. Falando assim, fica até mais feio: tenho vergonha de falar sobre e divulgar um trabalho que faz com que eu sobreviva. Oras, Vitrola…
 
Não tenho, no momento, solução para meu caso, e se você é artista e passa pelo mesmo: um abraço. E quem sabe, futuramente, encontraremos uma solução pra se libertar desse sentimento horroroso? Oremos.
 
 

Resenha: Fluido MATCH “CHEIROSO” Boticário

Eu adoro pegar amostras de produtos e sou daquelas que gosta pra testar o produto antes de comprar mesmo. Ninguém (exceto os ricão) tá podendo gastar dinheiro com produto que não vai curtir, né? Então sou #aloka das amostras mesmo.

Eu peguei a máscara Match que a Boticário distribuiu tempos atrás e ME APAIXONEI GAMEI GAMEI GAMEEEEI no cheiro dela. Como eu não posso viver sem serum/fluido (quem tem cabelo cacheado/ondulado, vai entender), quis esse cheiroso na versão “fluido” (a linha tem shampoo, máscara, condicionador e esse fluido).

Gente, eu já disse que é muito cheiroso? Parece um PERFUME de cabelo. Pena que o cheiro não dura horas infinitas no cabelo, mas é viciante. Por favor Boticário, FAZ UM PERFUME DE MATCH, nunca te pedi nada! 

O produto vem nessa embalagem linda e ofuscante rosa metalizada, mas o serum mesmo vem num pump sem grandes apreciações: é apenas prática e cumpre seu papel (achei que ia ser uma embalagem metalizada também, fuém).

O fluido é daqueles que rendem, pois uma pequena quantidade nas mãos (eu tenho bastante cabelo) já é o suficiente pra dar aquela pegada marota nos fios. Se colocar demais, vai parecer que você acabou de sair de Grease – Nos tempos da Brilhantina. Acreditem.

Sobre o controle de 2 dias de frizz no cabelo conforme alertado na embalagem, acho que não é pra tanto. Mas ele fez durar o dia todo, o que para mim já tá valendo. Aliás, Tem que valer mesmo, pois o mocinho tem preço salgado pro meu bolso: 49,90 temer-osos nas lojas da Boticário. Glurp.

Segue composição:

 

Tá aprovado? Tá aprovado.