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– E então filhinha, você quer a de vestido amarelo ou a que chora?
– Hummm…

Tomar decisões nunca foi mesmo meu forte. Quero esse, quero aquele, esse não, ai, aquele tem isso, mas o outro tem aquilo… “e se“. Ah, o “e se“! A dúvida do momento, a pré-dúvida, a pós-decisão. Porque mesmo temos que escolher, hein? Não era só deixar do jeito que está, e as coisas vão indo, te puxando e colocando dentro do saquinho certo da opção? Temos mesmo que sempre escolher, e se arrepender ora sim, ora não? Eu finjo não saber, disfarçando, me fazendo de boba nessa vida que é só de-ci-são. Sim e não. Talvez? Não! E nem sempre existe tempo de decidir, baby. Às vezes, é pá-pum. Decide e PRONTO. Sabe? Na pressão mesmo.

Nem sei ao certo: ainda não me decidi…

Deve-se pensar muitas vezes, deve-se decidir de uma só vez.”
(Publílio Siro)

Mulher Vitrola e o Guarda-Chuva

Dias atrás recebi um convite da Cinthia Pascueto (repórter Queen que conheci lá NoCapricho) pra uma entrevista no Guarda-Chuva Cultural. Ela como sempre super gentil, combinamos perto do meu trabalho. A entrevista foi uma delícia, apesar de eu ter chegado atrasada por causa desse trânsito louco do Rio, ficado super tímida e ter falado sem parar. Mas enfim, quem quiser ler e conhecer mas um pouquinho desta que vos escreve, tá aqui. O blog tá bacanérrimo e vale totalmente a visita 😉

caminhando…

Sempre, sempre a falta de tempo. Quanto mais coisa acontece, menos eu tenho pra dizer. O tempo me domina, me consome… aí, uma vez ou outra eu o desafio. Porque eu sou péssima dizendo, então preciso escrever. Eu necessito disso! Todo o excesso de pensamento não consegue sair da minha boca, então fica lá, vagando pelo meu cérebro, atropelando minhas atitudes, minhas ações… coisas de gente emotiva, rs. Mas não, as coisas não vão bem. Nem tenho muitas novidades a contar. Ou talvez o desânimo torne as novidades… fúteis? desnovidades? haha, nem sei dizer. Não sei explicar: nem dizendo nem escrevendo, desta vez.