• Papo de Vitrola

    Gibiteria

    Outro dia, no fórum, vi um tópico que me chamou atenção: LuluzinhaTeen -Estilo Mangá. Depois de ler a notícia, fui correndo no Google procurar mais sobre essa versão da Luluzinha, e achei o blog. É tudo muito fofo, jovem e moderno. Mas é claro que, essa versão nada lembra a Luluzinha que eu lia quando era criança. Como eu adorava as aventuras da Luluzinhae da inseparável Aninha, a arrogante Olga, os casos do Aranha (que era o gorducho Bolinha), e a imaginação fértil do inquieto Alvinho.
    Eu lembro também de ter uma coleção enorme de gibis em casa. Era normal na época bancas de jornal vender gibis “usados”. Então eu comprava, e depois que tinha lido, trocava na mesma banca (eu tinha que dar dois pra trocar por um). As edições especiais e histórias mais bacanas guardava pra reler tempos depois, rs. Minha coleção tinha Turma da Mônica, Pato Donald (e derivados: Margarida, Urtigão, Pato Donald, Irmãos Metralha, Zé Carioca…) , Chaves e Chapolim, Riquinho, Sobrinhos do Capitão, Dennis o Pimentinha, e claro, a velha e boa Luluzinha. Bateu vontade (e saudade!) imensa de ler gibis agora, rs.



  • Papo de Vitrola

    dá-lhe, Ilhabela!

    Quando fui chamada pra participar do projeto da Ilhabela, ano passado, eu juro que nunca imaginei que fossem ser tão atenciosos comigo. é sério, gente! É uma atenção de deixar com o queixo caído. Todas minhas perguntas, dúvidas, sugestões são totalmente acolhidas. É realmente um projeto fantástico!
    A última agora da Ilhabela, além de todas as promoções do site (que super recomendo pra quem não tá por dentro, dar uma olhadinha), foi mandar o mimo abaixo para todas as Queens. É claro que todo mundo adorou, e ficou ainda mais gamadão na Ilhabela ♥

    …E ainda veio uma camiseta super fofa com crachazinho Queen *-*

  • Papo de Vitrola

    exigências.

    Na fila do sorvete, chega uma menininha, moradora de rua, e pede:

    -Moça, paga um sorvete?
    – Huumm, pago sim. Qual sabor de casquinha você quer?
    – Casquinha? Não moça, aquele ali (aponta pro mais caro-olho-da-cara-que-nem-você-compra)
    – Mas pra esse… pra esse eu não tenho… te dou a casquinha… pode ser?

    Prontamente, ela ignora e parte para outra pessoa: “Moço, paga um sorvete? Não moço, casquinha não, quero aquele ali…”
    Ela não conseguiu de ninguém, pelo menos o tempo que fiquei ali. Preferiu ficar sem a casquinha.