Categoria: Ilustracões

Sobre bloqueio criativo e ilustra

Este post possui duas versões para você escolher qual achar mais interessante e confortável : áudio e leitura.

Basta dar play abaixo e escutar uma narração do post na íntegra, com a minha voz 🙂

Se gostar, deixe sua opinião nos comentários ou nas redes!

A coisa mais comum na minha vida – e de todos os amigos que conheço que trabalham na área “criativa” – é ficar com o tal “bloqueio criativo”.

 

É chato pra cacete.

 

Bloqueio criativo pode vir em momentos que você tá com alguns problemas pra solucionar e também nas suas melhores semanas. Ou seja: não tem modo, não tem dia. Ele apenas senta e te observa – e ainda te julga.

 

Ontem estava assistindo um documentário sobre o Queen, e aí teve um momento que um entrevistador pergunta pro Freddie (Mercury) se ele acha que um dia, pode simplesmente não conseguir criar mais nada. Ele responde seguro: “eu estaria morto”.

Recentemente, comecei a fazer faculdade e trabalhar pra fora (home office). Além disso, eu cuido de duas lojas minhas, além do conteúdo pro blog e canal. Criar algo livre ficou em segundo plano (talvez terceiro, ou quarto…), e me dei conta que estava há eras sem ilustrar nada por pura falta de inspiração. Será que eu estava perdendo a criatividade?

Uma simples ida aos Correios levar uma encomenda resolveu o problema. Vi uma senhora com um visual que me encantou. Cheguei em casa desesperada, e enquanto não ilustrei essa pessoa desconhecida, mas que me encheu de inspiração, não sosseguei.

Nem precisei cavar. Ela, a tal inspiração fujona, simplesmente surgiu num momento que eu sequer estava pensando nela (quem já leu o Criatividade Empática sabe que isso é real: apenas relaxe e desfrute!).

Acho que, então… eu tô viva, né?

 

Senhora negra ilustrada estilo cartoon, com roupas pretas, óculos e cabelos curtos brancos.

CDAY 2016: encontro de design e criatividade!

 

Anotaí: dia 8 de outubro, você vai poder passar o dia se inspirando com os melhores do mercado criativo!

O CDay é o evento anual realizado pelo Cutedrop que reúne um seleto grupo de profissionais  para compartilhar, durante um dia todo, seus conhecimentos com quem ama design, criatividade e aprendizado.

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Já na sua quarta edição, e desta vez, com o tema “Para quem você cria?”, o #cday2016 traz uma reflexão sobre a importância de pensar Design através do ponto de vista do usuário ou consumidor, e como o sucesso de um trabalho depende do conhecimento do público alvo por parte do profissional. Tudo a ver com quem trabalha nesse mundão de criação, né não?

 

O CDay é a realização de um desejo do site Cutedrop. Nascido em 2009, o Cutedrop já foi classificado como blog do mês na revista Wide, indicado como finalista do prêmio Top Blog, apontado como um dos 100 perfis mais criativos do Twitter e indicado ao prêmio Peixe Grande. Com uma equipe de profissionais e colaboradores, o Cutedrop também criou o Cutedrop Plus, uma plataforma de cursos livres e workshops presenciais lá em terrinhas cariocas.

 

Para quem quiser dar uma olhadinha como foi a edição anterior, só clicar aqui.

As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas, então tem que correr pra garantir o seu antes que acabe, tá? O valor é super acessível e ainda pode ser parcelado. Fique por dentro do que vai rolar de conteúdo e garanta sua presença:

Acesse o site e garanta sua vaga no #cdayrio2016.

 

ps: O blog Mulher Vitrola é parceiro de divulgação do #CDay2016 e vou ficar muito feliz se pudermos nos encontrar por lá! ♥

Madá: zine e primeira personagem!

Eu sempre fui fascinada por histórias em quadrinhos. Cresci lendo Turma da Mônica (a primeira coisa que eu li “inteira” foi um mini gibi do Jotalhão), Urtigão, Luluzinha, Recruta Zero, Riquinho, Zé Carioca, Bolinha, Brotoeja… enfim, se era em formato quadrinhos, eu queria ler. Eu lia gibis TODOS os dias, às vezes mais de um.

Lembro que o fascínio era tanto que eu virei uma consumidora cheia de artimanhas: fiz uma vendinha de gibis aos 8 anos (eu ganhava muitos e alguns vinham com histórias repetidas), para assim poder comprar mais gibis, e havia alguns contatos dos quais eu fazia trocas também. Era uma coleção imensa, de mais de 300 gibis na estante.

Eu cresci, tive filho… e nada mudou. Continuo fascinada por quadrinhos, continuo comprando, lendo online… e ultimamente, algo despertou em mim e ando consumindo ainda mais que antes. Uma paixão das antigas que voltou com força total, sabe? Uma espécie de resgate do que eu sou e do que me faz bem.

Assistindo outro dia à uma série nova sobre HQ na HBO, eu me perguntei: “taí: qual motivo de até hoje eu não ter criado minha própria HQ?”. A resposta veio acompanhada de vários medos e limitações, óbvio, mas eu decidi começar. E assim nasceu a Madá, minha primeira personagem (espero que de muitas).

 

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Talvez a Madá tenha um pouco de mim, mas fiz ela inspirada em conversas com todas as minhas amigas. Então, a Madá tem um pouquinho de todas, digamos assim. Ela é engraçada, espontânea, medrosa, confiante e cheia de personalidade.

A questão é que eu tô apaixonada pela Madá, e tenho muitos planos para ela. Por enquanto, ela só tem uma página no Facebook e já estou organizando um zine para ela, mas ainda é só o comecinho.

 

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Espero que vocês curtam a Madá tanto quanto eu estou curtindo fazê-la!

Página no Facebook da Madá

Meu Instagram de ilustrações

*A série da HBO se chama HQ Edição Especial e recomendo muito!