Categoria: Pet

N&D Farmina – Ração sem transgênicos para pets!

Recentemente, recebi aqui em casa uma caixona (aliás, as gatas amaram, óbvio) cheia de produtos da Farmina. Fiquei super contente pois já haviam comentado comigo sobre essa opção, então foi uma boa maneira de experimentar.

Para quem não sabe, a N&D é uma ração da linha italiana Farmina, livre de cereais (transgênicos – alguns testes já identificaram maior incidência de problemas renais e cancerígenos em animais por causa de transgênicos), sem corantes nocivos (presentes na maioria das rações mais “baratinhas”) e também é cruelty free, ou seja: eles não fazem testes em animais. Muitos pontos positivos e consideráveis apesar do preço.

Na caixa, haviam 3 pacotes da ração, de 400g cada e 5 latinhas do “patezinho”. Antes mesmo de abrir a Mary já tinha entendido do que se tratava e já fez plantão e cara de pidona (juro, não fui eu que coloquei ela aí pra foto, haha!)

Um aspecto que achei interessante é que a Mary é a “vomitona” da casa. Ela costuma comer muito rápido e às vezes vomita a ração inteirinha. Com a ND, ela teve uma ótima digestão e não vomitou nenhuma das vezes em que comeu a ração ou o patê.

 

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Os sabores são bem interessantes: peixe e laranja, frango e romã e cordeiro e blueberry. Esqueci de tirar foto da ração, mas é redondinha pequena e não é colorida.

 

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O “patêzinho” foi o que mais me impressionou, não imaginava que seria assim. Deu até vontade de comer. As gatas gostaram bastante e ficaram bem saciadas. Tinha de atum com frango, atum com polvo, lula com atum… (todos tinham cheiro de… atum, rs). Eu dividi uma latinha entre as 5.

 

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“Libera logo issaê pá nois”

 

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O que dizer dessas latinhas, né? Lindas para decorar e ótimas para armazenar ração.

 

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Agora, opinião de quem importa, né? As gatas!

 

 

OPINIAO

 

Já testou alguma ração do tipo nos seus mascotes? Contaí!

[Diário Felino] O que eu acho que meus gatos pensam…

Sobre comer às 6 da manhã
“Hummm… que fome! Acho que vou acordar a mamãe. Ainda está um pouco escuro, mas acho que ela já dormiu bastante!”

Sobre rolos de papel higiênico
“Já vi mamãe picando esse papel antes. Vou ajudá-la e picar em vários pedacinhos. Ela vai ficar feliz por eu ser tão prestativo!”

Sobre afofar a minha cabeça…
“Que pelo estranho na cabeça da mamãe. Acho que ele precisa ser afofado!”

Sobre me morder enquanto eu trabalho… ai!
“Meus irmãozinhos adoram a Luta de Mordidas. Mamãe está tão quieta na frente daquela caixa luminosa… vou chamá-la para a Luta de Mordidas!”

Sobre subir aonde não deve
“Eu se eu pular aqui e… ops. Não deu certo. Alguma coisa caiu no chão… vou avisar a mam… CARAMBA UMA LAGARTIXA!”

Sobre eu ir ao banheiro
“Não gosto quando a mamãe entra ali. Eu não posso entrar junto. E ela sai úmida, blécht! Estou me sentindo abandonado. Mamãe… mamãe… MA MIAU MIAURRR MIAUURRRRRR!!!”

Sobre o meu sofá, box da cama e puffs da casa 🙁
“Eba! Vou chamar meus irmãozinhos! Chegou arranhador novo! Esse é ainda mais legal porque a mamãe e o papai podem ficar sentados em cima!”

Sobre colo e carinho ♥
“Esse lugar é quentinho… essas patas da mamãe são gostosas… puurrrr, eu acho que vou zzzZzZzz”

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Inspirado em Mary, a gatinha que adora cheirar e afofar cabeças;
Tapioca, a gatinha que derruba as coisas por ser desajeitada;
Mimi, que ama pão com manteiga e visitas;
Tequila, que tem o miado mais doce;
Molly, que fica confusa quando recebe carinho;
Xablau, o gatinho que adora cobertas quentinhas e coçadinhas na barriga;
Panqueca, que tem o pelo mais macio!

Adoção de animais, a cura pelo amor.

Eu já contei aqui no blog algumas vezes sobre a adoção das minhas felinas, e quem me acompanha no Twitter/Facebook sabe o quanto sou a favor desse ato que é muito mais que consciente, é um ato de amor. E acredito fielmente na diferença que um animal de estimação pode oferecer à uma família, principalmente à crianças. Mas tem coisas na vida em que, nem sempre você precisa viver aquilo para acreditar. E baseado nisso, nunca torci o nariz quando lia matérias sobre a influência positiva que os animais tem sobre nós.

Antes do Joaquim nascer, era muito comum eu ouvir que eu não deveria ter contato com minhas gatas, e toda aquela polêmica das doenças transmissíveis por gatos (que tiveram seu auge justamente nessa época, para minha infelicidade). Já até ouvi “Joga tudo FORA“, assim, como se fosssem lixo. Continuei com elas, e então o Joaquim nasceu.

A minha vida mudou muito, bem mais do que eu esperava. Era uma criança que dependia 100% de mim, e embora todo recém nascido necessite, a história caminhava para outro lado. Um tempo depois, me “mudei” para Bauru e lá fiquei 3 meses. Quando voltei para Ubatuba, os quartos que eram na parte de cima da casa, ficaram 24h fechados a fim de evitar qualquer contato do Joaquim com as gatas, por motivos óbvios: ele possuía uma traqueostomia e todo cuidado ainda era pouco. Sequer podia varrer o chão, só com um pano úmido, para que nada obstruísse sua respiração.

Eu me afastei das minhas gatas, e isso me doía, embora eu soubesse que isso era necessário, me doía. E não tenho vergonha de admitir que até pensei em doá-las para alguém, pois sentia que elas mereciam atenção e eu não tinha tempo para tal. E elas faziam plantão na porta do quarto, só desciam para comer e fazer suas necessidades. Mimi, que foi sempre a mais gordinha, perdeu peso visivelmente.

Mas aí, de novo, a história se transformou. Voltas da vida, sabem como é. Nada fica no mesmo lugar. Numa dessas voltas, meu Joaquim se foi. E me lembro detalhadamente que no dia seguinte, abri todas as janelas da casa, joguei fora tudo que não serviria mais, sentei no sofá  e deixei qe minhas lágrimas fossem embora junto com tudo que partia.

Você deve estar se perguntando “mas o que as suas gatas tem a ver com isso?”. Pois bem. Mesmo depois de tanto tempo de “abandono” por minha parte, elas deitaram ao meu lado, e ali ficaram. E isso se repetiu todos os dias até hoje. Pode até parecer loucura, mas parecia que elas sabiam que algo em mim havia se partido, e que dessa vez, era eu que precisava de atenção. Minhas gatas ocuparam sutilmente um espacinho que ficou vazio, dolorido… e o transformaram em amor.

E se hoje em dia, alguém me perguntar os motivos de adotar um animal de estimação… eu tenho mil motivos. Um deles, é que um animal raramente te abandona. E todos os outros motivos, me fazem uma pessoa mais feliz. Se você pensa em adotar um bichinho de estimação… lembre que você está levando para casa muito amor. E que se necessário, ele também seja a cura que você necessita.

lindas                                                                 Mary, Molly e Mimi.
                                            A minha gratidão, em forma de amor e atenção.