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Insta de Vitrola – Junho

Acho que meu junho durou uns três meses. Posso dizer que foi um mês super tranquilinho, cheio de surpresinhas agradáveis. E frio. E comidinhas de tempinho de cobertinhas que amo <3

 

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1 ♥ Amor sempre me deixa inspirada e resolvi fazer um pôster inspirada num trecho de uma das (poucas) músicas que ainda ouço do Legião Urbana.

 

2 ♥ Para quem não sabe, fui ganhadora de um concurso para ganhar uma bolsa de estudos no Decola! – Empreendorismo Criativo, e tá sendo algo que tá difícil explicar de tão maravilhoso e incrível!

 

3 ♥ Perguntei outro dia se alguém costumava comer batata doce com calda de açúcar e para minha surpresa… quase ninguém conhecia essa "especiaria" que amo desde infância!

 

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4 ♥ Junho foi mês de Red Lips Day, e essa edição foi ainda mais incrível. Com muuuita coisa pra ajustar ainda, mas foi uma experiência e tanto!

 

5 ♥ Nunca tinha comido guioza, mas depois que comi a primeira vez… amei! Acabei arriscando fazer em casa, e ficou delicioso. A receita é um mix do blog Presunto Vegetariano e do programa Tempero de Família.

 

6 ♥ Tô sem grana para aventuras capilares e desde então meu cabelo tem, no mínimo, umas 4 cores não muito definidas. Algo entre azul, verde, amarelo, castanho e branco….

 

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7 ♥ Comprei um kit de pincéis no Ali e tô apaixonada. Acho que nunca tive tantos pincéis de maquiagem e tô amando. Nem sei para quê cada um serve exatamente… haha! ps: a loja que comprei não existe mais 🙁

 

8 ♥ Essa parece ser uma simples foto de família, mas o encontro entre minha mãe, meu irmão e eu não acontecia há pelo menos… uns 8 anos. E acho que foto juntos mais de 15 anos. Aproveitei que ele resolveu visitar Ubatuba e não pude deixar de registrar esse momento. Meu irmão é MUITO diferente de mim, sempre brigamos por termos conceitos/ideias bem diferentes sobre tudo, mas fazer o quê? Eu amo esse chatonildo!

 

9 ♥ Finalzinho de junho tem festa de São Pedro Pescador (tainhaaaaa) e logo em seguida, uma série de festivais na praça de eventos. Amo demais essa época aqui em Ubatuba!

 

É isso! Julho começou ok e espero que continue assim, amiguinho, amiguinho… bom julho para nós!

Ridijanêro, filhote e desvirtualizando…

A cada visita ao Rio de Janeiro eu confirmo muitas coisas. Uma delas, é que eu tenho orgulho de onde nasci. Duque de Caxias pode não ser a cidade mais bonita, mais limpa (e bem longe disso), mas é a cidade que sempre me acolhe. Lá ficaram muitas histórias da minha vida, e e lá que o maior amor da minha vida, meu filhote Pedro, vive. Embora eu nem sonhe em voltar a morar lá (Ubatuba cativou meu coração pra SEMPRE!), visitar o ridijanêro é sempre uma boa surpresa.

 

Eu vivi 24 anos ouvindo os vendedores ambulantes de ônibus/trem, mas sempre me impressiono com a criatividade dos bordões. Melhor que muito trabalho publicitário que já vi por aí, rs. Fora que você encontra de tudo: de fones de ouvido a ba-na-na-da dor-real.

 

Todo mundo tem seu recarregador de energia, o meu é meu filhote. Todas vez que eu o vejo, me situo novamente sobre o que quero pra minha vida, e o motivo que eu desejei continuar quando eu perdi as esperanças. Sem contar que ele tem a voz mais doce e o jeitinho mais gostoso de falar que já ouvi na vida!

 

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Se eu fosse ryca, teria voltado pobre de Duque de Caxias. Sempre me esqueço do quanto roupas lá são baratas. Shortinho que aqui eu costumo pagar 50 dilminhas, lá eu via por 19,90. E encontrei uma sainha nessas lojas de povão (amo!), que acredito que seja para usar na academia (e que aqui vou usar na praia, óbvio) com estampa retrô. Juro.

 

Falando em Caxias, acho demais quando acham que eu morava em Copacabana, Leblon… gente, sou de terrinhas Caxienses, com maior orgulho e amô. Minha vida era pegar poeira na cara, tomar açaí e comer batata frita na Praça do Galo e muitos rolês de busão. 

 

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Pela segunda vez não voltei com um estoque de Guaravita. Me diz se não tem a melhor frase de produto?

 

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Cada vez eu consigo desvirtualizar azamigas de brógui um cadinho mais, e é sempre tão delicioso! Por mais tempo que eu fique no RJ, ainda as coisas são corridas para mim, até pela distância. E eu sempre vou abrir mão, se necessário, para passar o maior tempo possível ao lado do filhote. Mas, uma hora consigo desvirtualizar todo mundo ♥

 

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Rogéria (Um Espaço pra Chamar de Meu), Chris (Inventando com a Mamãe), Mari (Diário de uma Mãe Polvo!) e Rose (Vida de Mãejestade)

 

Marido foi me buscar e na volta fizemos um passeio rapidex por Niterói. Visitamos o MAC rapidinho (Museu de Arte Contemporâneo). Tão lindo!

 

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Ainda na volta, estávamos tão cansados e ainda tínhamos que esperar um casal de amigos resolverem algumas coisas por Niterói + longo caminho de volta pra Ubatuba, que resolvemos pagar entrada no cinema para dormir lá. E o começo de Festa no Céu é lindo (a única parte que e vi…)

 

Até a próxima, Ridijanêro!

 

 

Para nosso pequeno dinossauro

Há três anos atrás, eu tive a oportunidade de conhecer alguém muito especial. E até soa meio óbvio você citar "especial" quando se trata de filho, afinal, que filho não é especial? Mas o Quim foi um especial com acréscimos, por assim dizer. Ele me mostrou tantas coisas em apenas 6 meses que, todos os dias me pergunto em que ele transformaria a minha vida se não tivesse partido e esses seis meses fossem na verdade, 6, 15, 20 anos… que tipo de pessoa eu seria? Existe um ponto final para as transformações das nossas vidas?

 

Três anos depois, tanta coisa mudou… e com o passar dos anos, é quase inevitável que a perda quase vire um "segredo". As pessoas que sabem, procuram não mencionar com medo de dizer algo que magoe, que traga lembranças ruins. Já conversas com recém conhecidos, você acaba, por facilidade, não mencionando detalhes que precisem ser explicados. É como um apego e egoísmo com as memórias, que você quer às vezes que sejam só suas (mesmo sabendo que é uma tarefa quase impossível… coisas de mãe).

 

Eu já passei por uma fase que pensava "será que sempre serei marcada como a mãe que perdeu o filho?" e passei entender o motivo de querer manter esse segredo, quando ainda não conhecia muito bem a pessoa. Como se fosse um recomeço todas as vezes. Até que percebi que algumas marcas de nossas vidas, realmente, não podem ser desmarcadas. E isso não importa muito quando você sabe que pode sempre recomeçar sua vida. Nós somos feitos de recomeços… e eles podem ser feitos todos os dias.

 

Dia 19 de julho, foi o dia do aniversário do Quim. Esse sempre será o dia do aniversário dele, pois eu sequer gravei outro tipo de data. E apesar das memórias que teimam em querer se despedir da mente, conforme o tempo passa, eu sonho e imagino com ele com sua respectiva idade. É como se ele ainda estivesse crescendo aqui comigo, só que mentalmente. Eu posso descrever seu andar, seu toque, suas feições… se a memória falha, pelo menos há criatividade.

 

Como a maioria das crianças, o Quim tinha um apelido carinhoso, e eu nem sei bem dizer como ele surgiu. Do dia para  noite ele virou um Dinossauro. Nunca perguntei se ele gostava de ser um Dinossauro, mas ele sempre ouvia de forma muito "atenciosa" quando o chamávamos assim. Nosso "ninosauro" também não existe mais no mundo, assim como todos os outros dinossauros. Mas por aqui eu posso garantir que a sua breve existência deixou bem mais que memórias que vem e vão… 

 

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agora eu carrego um dinossauro por aí…

 

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com amor, para Quim ♥