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A família que eu escolhi (BC Fotos)

Dias atrás fui matar saudades do RJ e ver meu filhote e amigos. Como foi uma viagem rápida, não avisei com atecedência para não dar furo em ninguém (e ainda assim, dei um semi-furo para as amigas Rogéria, Fernanda e Rose, rs. Desculpem meninas!). Recebi muitas mensagens de pessoas que queria me encontrar, e fiquei triste de não poder atender, mas foi por um bom motivo! Prometo que marcarei em breve com mais antecedência (e sem furos, rs) um encontrinho para ux cariocax tudo!

 

A viagem tinha como objetivo principal visitar meu filhote, aproveitar o máximo o pouco tempo que teria ali com ele , e dar toda a atenção possível (e muitos muitos muitos abraços e beijinhos!). Aproveitamos para fazer um passeio delicioso no domingo, que incluiu uma visita ao MAM e um pic nic com alguns amigos mais próximos. Foi tudo tão perfeito que mal sei descrever! Fiquei muito feliz pela presença deles, lembrei das coisas que passamos juntos, e confirmei uma frase que li certa vez que dizia: "os amigos são  a família que você escolhe". E eu seria muito, muito pouquinho sem essa família que escolhi ♥ Eles tornaram tudo isso possível, todo o apoio (que foi essencial) e toda compreensão. 

 

 

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Quase 3 anos depois, o RJ continua lindo! ♥

 

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Adorou ficar olhando o mar e os barcos, rs.

 

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Um dia gostoso, picnic, amor, filho e amigos 🙂

 

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amor pra sempre! ♥

 

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marido: a família que me apóia e me motiva ♥

 

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Essa obra é de Wesley Duque Lee. Adorei todas as obras que vi no MAM, mas esta em especial, foi a que mais gostei 🙂

 

Como sei que algumas pessoas vão perguntar: não eu não moro com meu filho já fazem quase 5 anos, e sim, nos comunicamos e nos vemos sempre que possível. Família não é só aquela que está perto fisicamente, e sim aquela que está sempre presente no nosso coração mesmo a quilômetros de distância!

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Qual é o país que você quer para os seus filhos? #protestomaterno

 

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Parecia que levaria um século para que o povo se manifestasse contra insatisfações. Parecia coisa de gente entendida, politizada. Parecia  que era coisa que só acontecia nos filmes, ou de outros tempos. Parecia que quem já travava guerra há tempos, estava sozinho.

 

Diante dos meus olhos, parecia irreal. Mas eu vi, um povo cansado e em busca dos seus direitos. Da rua ou de casa, tudo que tem acontecido, eu quero acreditar que abrirá os olhos de quem vota no palhaço, no ator. Não podemos jogar fora a oportunidade de votar. Não quando você precisa fazer as contas a cada vez que a passagem sobe. Não quando você precisa de atendimento médico e não sabe se voltará com vida. Não quando você precisa trabalhar e não tem como pagar uma creche que não esteja com o teto caindo para os seus filhos.

 

Entre os vários depoimentos que li das mães na postagem coletiva Protesto Materno (vocês podem conferir os links de todas as postagens AQUI), uma das mães disse ter ido ao hospital e voltou sem vacina para a filha. Eu já passei por isso, e sabem o quanto isso nos deixa com sensação de impotentes? Saber que a saúde dos nossos filhos está nas mãos de um governo que não atende a população como deveria?

 

Por ser um assunto delicado, não costumo mencionar, mas é dolorido saber que já perdi um filho por causa de um hospital sem funcionários preparados e estrutura. E dali em diante, acima da dor do ter perdido meu filho, ficou o pensamento: quantas mais pessoas precisarão morrer para que algo seja feito? E ainda tem gente achando que é só por 0,20…

 

Infelizmente, o que tenho visto desde que se deu início os protestos é força à frustração. Quem está acompanhando os fatos sabe que tudo parece ter tomado caminhos um tanto quanto perdidos, mas somos jovens nessa luta. Não devemos dançar a música que nos dão, mas podemos dançar todos juntos ao som de uma única música. Será que conseguiremos? Eu quero acreditar que sim! E quero que meu filho, hoje com 7 anos, faça parte do país consciente, que tem voz, que luta por mudanças e é atendido ao que é nosso por direito! Qual é o país que você quer para os seus filhos?

 

 Sobre o #PROTESTOMATERNO

“O Protesto Materno surgiu da vontade de mães fazerem algo pelo país, já que nem todas podem ir para as ruas com o seu filhote. O movimento começou com a adesão de mães blogueiras (mais de 150), que postam em seus blogs nessa sexta-feira suas visões e opiniões sobre o movimento legítimo e democrático que toma conta das cidades! O protesto reúne outras centenas de mães conectadas – que já estão divulgando o manifesto virtual via redes sociais – e as que decidiram levar essa união materna de volta para as ruas. 
O intuito é engrossar as manifestações pacíficas que estão acontecendo pelo Brasil, apoiando mudanças além dos 20 centavos e que, sem dúvida, podem fazer da nação verde-amarela um lugar melhor para nossos filhos. Lutamos por educação, saúde, segurança, menos impostos, um basta a corrupção e impunidade.
Nem precisa ser mãe para divulgar o banner e a tag 
#protestomaterno, criados para representar a iniciativa – que pertence a todas as famílias brasileiras! Mas que fique claro; isso não é apenas a circulação de um banner bonitinho; é a união de pessoas realmente preocupadas com o futuro dos filhos!
Já são mais de 150 blogs maternos participantes, com o apoio de movimentos nas ruas de várias cidades. Nesta sexta-feira, às 10 horas da manhã, haverá um twitaço para balançar esse país!
Porque quem disse que mãe só entende de fralda?! Mãe entende do futuro dos filhos e quer o melhor para eles! Vem com a gente! Ajude, compartilhando, escrevendo, divulgando os links e acompanhando pela tag #protestomaterno! Também usamos 
#mudaBrasil #acordabrasil#vemprarua #ogiganteacordou.”

 

 

Seu filho chora demais?

Antes de ser mãe, minha maior preocupação era como eu lidaria com o choro do meu filho. O que fazer? Como saber a causa? Qual a hora certa de se trancar no banheiro? E se eu chorar também, é permitido?

Com o tempo descobri que o choro do filho acabava virando algo instintivo. No começo dá um caos, um ‘céus não para, onde desligo?”, mas nada que algumas experiências e madrugadas em claro não ajudem. Choro de fome, choro de machucou, choro de febre, choro de trocar a fralda, choro do que as pessoas costumam chamar manha (eu prefiro “hora do colo” ou “hora da atenção 100%”). E choros por mil outros motivos, tantos que um pai resolveu criar o  Reasons My Son Is Crying (Razões pelo qual meu filho está chorando), um Tumblr em que ele registra todos os momentos do seu filho… chorando. E ele chora. O tempo todo, por qualquer motivo (e às vezes, até na falta deles)… como a maioria das crianças nesta fase, heh.

 

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A legenda da terceira foto é “I have no idea why my son is crying.” (eu não tenho ideia porque meu filho está chorando) e é a melhor, na minha opinião, rs

Lembrei de quando Pedro era pequeno, cerca de dois aninhos, e acho que era a maneira mais interessante que já vi uma criança chorar: houve uma fase que ele simplesmente se abaixava (onde quer que fosse: na rua, no parquinho, no shopping, na fazenda ou numa casinha de sapê), e chorava silenciosamente (silenciosamente mesmo, não dava para escutar NADA). E eu esperava o tempo dele, eu achava que aquilo era meio que um ritual… e né, sou #maedemerda, que não se descabela com os filhos por uma agachadinha de nada na rua. Carinhosamente, apelidamos o choro do Pedro de “hora da meca” e tem até foto para entender a referência:

 

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Testinha no chão e tudo.

Ainda acho que o Pedro leva jeito para as artes. E por aí, é desesperador quando seu filho chora por qualquer motivo?
E para quem ainda não tem filhos, fique tranquilo: seu filho pode chorar para a meca. Ou fazer uma carinha da qual você não irá resistir:

PEDRO_CHORO
nhoim nhoim nhoim