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Madá: zine e primeira personagem!

Eu sempre fui fascinada por histórias em quadrinhos. Cresci lendo Turma da Mônica (a primeira coisa que eu li “inteira” foi um mini gibi do Jotalhão), Urtigão, Luluzinha, Recruta Zero, Riquinho, Zé Carioca, Bolinha, Brotoeja… enfim, se era em formato quadrinhos, eu queria ler. Eu lia gibis TODOS os dias, às vezes mais de um.

Lembro que o fascínio era tanto que eu virei uma consumidora cheia de artimanhas: fiz uma vendinha de gibis aos 8 anos (eu ganhava muitos e alguns vinham com histórias repetidas), para assim poder comprar mais gibis, e havia alguns contatos dos quais eu fazia trocas também. Era uma coleção imensa, de mais de 300 gibis na estante.

Eu cresci, tive filho… e nada mudou. Continuo fascinada por quadrinhos, continuo comprando, lendo online… e ultimamente, algo despertou em mim e ando consumindo ainda mais que antes. Uma paixão das antigas que voltou com força total, sabe? Uma espécie de resgate do que eu sou e do que me faz bem.

Assistindo outro dia à uma série nova sobre HQ na HBO, eu me perguntei: “taí: qual motivo de até hoje eu não ter criado minha própria HQ?”. A resposta veio acompanhada de vários medos e limitações, óbvio, mas eu decidi começar. E assim nasceu a Madá, minha primeira personagem (espero que de muitas).

 

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Talvez a Madá tenha um pouco de mim, mas fiz ela inspirada em conversas com todas as minhas amigas. Então, a Madá tem um pouquinho de todas, digamos assim. Ela é engraçada, espontânea, medrosa, confiante e cheia de personalidade.

A questão é que eu tô apaixonada pela Madá, e tenho muitos planos para ela. Por enquanto, ela só tem uma página no Facebook e já estou organizando um zine para ela, mas ainda é só o comecinho.

 

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Espero que vocês curtam a Madá tanto quanto eu estou curtindo fazê-la!

Página no Facebook da Madá

Meu Instagram de ilustrações

*A série da HBO se chama HQ Edição Especial e recomendo muito!

Mais ilustrações, menos Facebook

Eu sempre desenhei, mas sempre foi um relacionamento meio com idas e vindas, sabe? Já teve época que e fiquei anos sem desenhar. Nadica de nada além de papel nas mesas de restaurantes (ai, que deprê! hahaha).

Mas essa fase dos 30 me trouxe muita coisa interessante, inclusive entender cada vez mais como desenhar me faz bem e me livra de muitas angústias. A arte pra curar: é isso que eu tenho feito.

Entrei num despertar mais recentemente que eu ainda não estava me dedicando da maneira certa, a começar por perder tempo demais no Facebook quando poderia estar, bem… desenhando. Desinstalei o app do celular, e acesso só a versão web pra não ficar tempo demais, apenas o suficiente pra acompanhar as novidades dos amigos e atualizar as páginas. Parece pouco mas ajudou de monte.

Ando numa vibe de me inspirar em personagens femininas de outra coisa que amo (filmes e  séries), criar uma versão “direto da cabeça da Vitrola” e saíram algumas coisas. Lembrando que, quem quiser, tem prints lindões lá na lojinha do Facebook por 20 notinhas, com frete grátis. Se for leitor do blog e comprar mais de um, tem desconto especial ♥

 

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De cima para baixo: Eleven de Stranger Things, uma versão minha de uma HellGirl (Hellboy é um dos meus personagens favoritos. Imaginei a filha dele mais ou menos assim, rs) e um redraw – uma brincadeira em que você refaz um desenho antigo seu para ver o quanto mudou/evoluiu inspirado na série Penny Dreadful (terminei a primeira e a segunda temporada essa semana!).

É isso! espero que gostem ♥ Ah! Me acompanhem no Instagram também, tô sempre postando as novidades por lá 🙂

Sobre o Papelãozinho do Dia

Faz um tempo que tenho mentalizado que não importa como você vai fazer: apenas faça! Isso de ficar esperando que tudo só saia quando está perfeito nos leva a algo que todo mundo já sabe, né? E esse lugar se chama lugar nenhum.

 

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(desculpa, não resisti ahah)

 

Então lancei um projeto, meu. Algo que eu me dedicasse ao meu ritmo, que fosse gostoso, divertido. E assim nasceu o Papelãozinho do Dia.

 

Primeiro de tudo é que eu não faço todos os dias, apesar de se chamar Papelãozinho do Dia. Eu não sou boa com isso de postar coisas todos os dias, então pra quê me responsabilizar com algo que sei que não vou conseguir e me sentir mal com isso? Não, né? Então é isso: papelãozinho do dia que eu tô a fim. Simples.

 

Outra coisa legal é que eu estava fazendo muito desenho digital, e sentia falta de desenhar no papel. Desenhar no papel é outra vibe. É um misto de insegurança e imperfeição, mas de uma maneira positiva e gostosa, sabe? 

 

A ideia surgiu por eu adorar desenhar em lugares aleatórios: paredes, móveis, livros, contra capas. Um dia apareceu um papelão tão bonitinho aqui de um conjunto de formas que compramos (as formas são ótimas, aliás), que acabei não resistindo e desenhei nele.

 

O outro motivo é que pasmem: eu nunca tenho folhas de desenho em casa, haha! É, eu sei… como sempre diz minha mãe: em casa de ferreiro, o espeto é de pau. Então meus desenhos ou são feitos nos cadernos que ganhei da Sayuri e da Evinha (que são ótimos para desenho, aliás) ou nesses lugares aleatórios xD

 

Para quem quiser acompanhar, sempre postarei o Papelãozinho do Dia no meu Instagram, segue lá!. E claro, aceito sugestões para próximos papelõezinhos ♥ Tô muito feliz com as reações positivas do papelãozinho o/ Agora quando alguém me disser que eu fiz um papelão… eu não fiz, mas desenhei nele! hehe

 

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