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Tudo que gateira gosta!

Não é muito difícil agradar uma gateira, né? Qualquer coisa que faça lembrar esses mascote bigodudos já me fazem suspirar! Por aqui marido até já acostumou os momentos de mini-desespero ao avistar algo de gatinhos (eu me controlo muito quando tô em público, tá? haha!).

 

Então, esses dias a Cat Club enviou uma caixa com coisinhas de gato dignas de lagriminhas de emoção. Para quem não conhece, a Cat Club é uma loja para fazer disparar o coração das gateiras pra valer. Gosta de gatinhos, ou tem uma amiga (o) que goste? Então: lá é a concentração de fofuras gateiras. Desmaio um cadim cada vez que dou uma zapeada por lá, hehe. Espia as coisas que chegaram:

 

nhom =^.^=

 

 

 

acho fofo que a maioria dos produtos tem o logotipo da loja ♥

 

 

Não é pra viver de amor? Meu cafofo ficou ainda mais gateiro! 

 

E aproveitando o assunto gateira, criei com as meninas uma página no Facebook especialmente para as gateiras que tá cute demais. Curte lá!

 

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Até um dia, Tapioca…

Cinco da manhã é o horário que acordo todos os dias por um tempo, e depois volto à dormir. São 5 da manhã agora. Mas tem algo faltando.

 

Cinco da manhã é o horário que a Tapioca sempre me acordou, insistentemente. Pra quem pensa "que chatice!", eu já havia me acostumado. Levantava automaticamente, acariciava a cabecinha dela e ia pra cozinha colocar mais ração no potinho.

 

Enquanto eu trabalhava ela costumava se jogar bem na frente do teclado do pc, quando não na tablet, ou no imenso mousepad que comprei pensando nela – e no espaço que iríamos disputar. Afinal, Tapioca era uma gata enorme de cerca de 7kg. 

 

Às 5 da manhã, quando eu estava em outro lugar, ela encerrou o ciclo dela aqui.

Eu queria poder voltar no tempo. Apenas isso. Voltar pra casa correndo, para dar tempo de mudar isso. Dela ter sentido minha ausência. Mas, se vida não fosse assim, cheia de partes maravilhosas e outras que te arrastam para o que te dilacera, não seria vida.

 

Não há encaixe para que tudo seja sempre perfeito. Isso eu já aprendi. Mas, como lidar? Me sinto espremida num canto de parede. Sinto como se meu coração fosse um grãozinho de mostarda. Sinto uma inquietude, que sei que leva processo pra partir.

 

Adeus, Tapioca. Minha "Tapiroca", minha bebê monstro, minha "ximesa". Vou te amar pra sempre… e sua musiquinha de "prrrr" vai estar sempre no meu coração, mas a saudade no momento é do tamanho de um  caminhão. Sua mamãe Mimi tem sentido muito sua falta. Comporte-se no céu dos gatinhos! 

 

♥♥♥♥♥♥♥♥

 

tapi

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BABY-TAPIOCA

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"as melhores coisas da vida, não são coisas"

 

 

Especial: Adoção é coisa séria! #AbraçandoPatinhas

Eu nunca me canso de dizer sobre como as gatinhas daqui de casa começaram a fazer parte da minha vida. Eu sempre amei animais, mas quando era criança, lá em casa era "comum" não se levar ao veterinário, não cuidar até o fim quando se adoecia – geralmente o animal em questão era até doado. Isso me marcou muito, de tal forma que eu prometia que um dia, quando tivesse animais, seria diferente. 

 

Mas estamos aí para aprendizado, pois ninguém nasce sabendo de tudo. E quando eu achei que estava fazendo certo, eu cometi um erro. Em agosto deste ano, encontrei uma gatinha na rua, e ela me encantou tanto por vir correndo na minha direção quando me avistou, que resolvi adotá-la. Estava tudo muito bem até eu perceber que a gatinha estava grávida. E lá vamos nós…

 

Quando a gatinha – que ganhou o nome de Izzy – teve os filhotes, começou uma nova história… ela perdeu todos os filhotes, ficou debilitada e tive que levá-la ao veterinário para saber o que se passava. Izzy foi diagnosticada com FELV Felina, uma espécie de leucemia felina que, assim como nos humanos, debilita todo sistema imunológico. Não tem cura, só tratamento e é para sempre. E o pior de tudo: é contagioso. Eu já tinha visto como a diença se manifesta quando estive na casa de uma amiga um tempo atrás, e no momento que recebi a notícia, fiquei sem chão e desabei a chorar.

 

IZZY-MANHOSA

 

Não sabia o que fazer, já que eu não queria abandonar a Izzy, e também não queria que as outras estivessem contaminadas. Um dilema. Atualmente, a Izzy está castrada e estou no aguardo de um novo exame, para confirmar se de fato ela é portadora da doença. Penso em muitas coisas, e a principal dela, além da torcida por um milagroso negativo, é que se eu tivesse vacinado as minhas contra a doença, eu não teria motivos de me preocupar tanto agora. Eu não sabia o suficiente, apesar da intenção de me esforçar o máximo para fazer tudo certo. Aprendi, mas de uma forma muito dolorosa. 

 

Tudo isso é para dizer que adoção é coisa séria. Além de amor, carinho e comidinha, temos a responsabilidade de manter nossos mascotes em segurança. Sei que é difícil, que custa, mas devagar, a gente chega lá. Felizmente, temos ONGs que protegem animais que foram resultado de atos irresponsáveis de muita gente (inclusive pela falta de castração, super importante que seja feita!), mas são muitos animais abandonados e elas precisam de ajuda constante.

 

Este mês, foi lançado no Rotaroots, com apoio da Max – Total Alimentos, o projeto Abraçando Patinhas,  promovendo a doação de 1 tonelada de ração para uma ONG de proteção animal escolhida pela moderação do grupo, a ABEAC (Associação Bem Estar Animal Amigos da Célia), que é responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. São muitos doguinhos para encher a  barriguinha, e todos podemos ajudar!

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Além disso, podem ser feitas doações a partir de 6 reais através deste link, do qual a Max vai doar +50% em cima da sua doação, ou seja: se você fizer doação de 1kg de ração, na verdade estará doando 1,5kg 🙂 Supimpão!

Lá na página do Abraçando Patinhas tem mais informações e buttons para vocês espalharem por aí. Abrace patinhas, mas com amor e muita responsabilidade!