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Como fazer Hot Roll!

EEEEE! Finalmente, o post de como eu preparo meu hot roll aqui em casa. Vou confessar para vocês que o hot roll na verdade, não é meu favorito, embora eu costume fazer sempre aqui em casa.

 

Eu gosto bem mais na versão "pré" dele, que é o hossomaki, que é comido frio, sem ser empanado. Porém, o hot roll é ótimo para "entrada" ao mundo da culinária japonesa para quem não tem intimidade, pelo fato de não ser totalmente cru.

 

Primeiro de tudo: lógico que a maneira que eu faço está longe de ser de forma profissional (inclusive, bem desengonçada, diga-se de passagem). Mas o objetivo é apenas matar vontade quando você está loooouco pra comer um hot roll com os amigos, mas pagar um rodízio está fora de cogitação. Lógico que preparado pro um profissional vai ser bem mais gostoso, mas garanto pra vocês que depois que pega melhor o jeito de preparo, torna-se divertido e muito saboroso!

 

Eu nunca fiz curso, aprendi um pouco olhando aqui e ali, nas primeiras vezes pode sair tudo meio tortinho, mas não desista! E claro, se você tiver uma dica bacana pra passar, deixe aí nos comentários, vamos trocar figurinhas!

 

Agora, separa a disposição e os ingredientes:

 

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Como Fazer Hot Roll

 

Ingredientes

 

– Arroz japonês (é o japonês, tá? não é o arroz normal!)

– Tempero para arroz japonês

– Alga (nori)

– Salmão (430g dá para fazer 8 rolos, ou seja: duas pessoas comem tranquilo e sobra!)

– Cebolinha

– Cream Cheese (tem quem use maionese ou catupiry… eu prefiro cream cheese!)

– Farinha de trigo

– 1 ovo

– Cerveja ou água com gás

– Panko

 

Arroz:

 

Lave a quantidade desejada de arroz em abundância. Lave MUITO bem seu arroz, até sair água clarinha. Leve ao fogo o arroz lavado com a quantidade de xícara de água assim:

 

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1 xícara de arroz: 1 xícara e meia água

2 xícaras de arroz: 3 xícaras de água… e assim por diante.

 

Apenas água e arroz, mais nada! Cozinhe em fogo baixo e com tampa, ok? 

Depois de cozido, esperer esfriar e tempere com o tempero para arroz japonês, bem pouquinho, senão fica muito ácido! Eu uso esse aqui, mas tem várias marcas disponíveis:

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Vá espalhando a arroz na alga e molhando as mãos sempre, para não grudar o arroz nas mãos.

Recheie com o salmão, e depois o cream cheese. Feche e separe.

 

Para a massa:

Numa tigela, acrescente o ovo, a farinha e a cerveja (ou a água com gás) e misture bem. Não tem medida da cerveja ou da água, vá colocando sem que a massa fique muito rala ou muito grossa. E não, não fica com gosto de cerveja, tá? pode fazer tranquilo! Essa massa pode ser usada inclusive no preparo de onion rings!

Passe o roll na massa e depois passe na farinha Panko.

Aqueça uma panela e frite seu roll. Corte em pedaços e prontinho!

 

Observação: Para fazer o "frio" (hossomaki) é só não empanar. 

 

 

 

 

O gasto médio dos produtos aqui em Ubatuba fica assim:

 

Saco de 1k de arroz japonês (dá para usar várias vezes depois): R$ 6,00

Cream Cheese: R$ 5,00

Nori: 7 a R$ 8,00 pacote com 10

Tempero para arroz japonês: R$ 6,00 (dá para usar infinitas vezes)

Cebolinha: R$ 1,50 maço

Panko: R$ 6,00

Salmão: R$ 25,00 (500g)

Gasto total: R$ 51,50 (8 peças de hot roll). Considerando que cada peça aqui num restaurante custa 23,00, é uma boa economia, não é?

 

Bom apetite!

Na cozinha da Vitrola: Esfiha aberta

Eu sempre peço delivery de esfihas, pois amo muito, muito mesmo. Mas tô numa onde de cortar custo e pra variar, cismei com receita de esfiha (que nunca fiz) e fui procurar. Foi difícil, viu? Envolveu muita pesquisa, e após algumas leituras e muitos vídeos do youtube… tcharam! Nasceram minhas primeiras esfihinhas abertas.

 

A receita é bem simples. Anotaí os ingredientes:

 

– Farinha de Trigo

– Sal

– Açúcar

– Fermento biológico (usei aqueles desidratados)

– Água morna

 

As medidas serão as seguintes: se você quer muitas esfihas, muitas MESMO, tipo umas 20:

 

– mais ou menos 800 g de farinha de trigo

– Dois sachês de fermento biológico

– Uns 500ml de água morna

– Um colher de açúcar e metade de sal.

 

Coloque a farinha na tigela. Na água morna, acrescente o fermento, o sal e o açúcar. Misture e depois coloque na farinha, devagar e vá mexendo com uma colher. A massa não pode ficar nem mole demais (grudando nas mãos) nem dura demais. Se ficar mole: acrescente mais farinha. Se ficar dura, acrescente mais água morna. Misture bem com as mãos, sovando com bastante carinho!

Deixa a massa descansar por cerca de 20 minutos (eu coloco um paninho limpo e guardo no microondas – desligado, óbvio – nos dias mais frios). Após isso, coloque a massa numa mesa enfarinhada, dê uma leve sovada e separe em bolinhas, que serão as esfihas. Espalhe fubá na mesa. Deixe as bolinhas descansarem no fubá para a massa crescer de novo, por mais uns 10 minutos.

 

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Agora é a hora de fazer as esfihas.

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Desse jeito vocês consegue fazer duas esfihas de uma vez:

1. passe fubá de um dos lados de duas bolinhas.

2. Una os dois lados com fubá, para que não grudem, fazendo uma espécie de sanduichinho.

3. Vá apertando a partir do meio para as bordas.

4. Prontinho! Separe e você terá feito duas esfihas de uma vez 🙂

 

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O recheio é a seu gosto: fizemos de carne moída (a clássica com hortelã), marguerita (queijo muçarela, queijo parmesão, tomatinho e manjericão), frango desfiado com catupiry e muçarela com orégano.

 

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Elas assam bem rapidinho, então, atenção ao forno! Um dica é dar uma viradinha sutil na pontinha de alguma. Se estiver douradinha, pode tirar. Ficaram tão boas que não consegui tirar fotos da esfiha assada… HAHAHAHA! Desculpa pessoal!

Na cozinha da Vitrola: Vontade de pizza!

Outro dia bateu aquela vontade master de pizza. Mas ultimamente andamos com uma de$$ânimo total de pedir pizza delivery, ir até o restaurante então… nem pensar. Mas cozinhar é legal. Cozinhar a dois então, é divertido, e parece que as receitas ficam ainda mais gostosas de fazer. Fora que é bacana ficar conversando depois, das próximas vezes que faremos, o que podemos acrescentar, melhorar… uma verdadeira terapia alimentícia, rs.

 

Tudo que precisamos foi irmos no mercadinho (que é do lado de casa) comprar queijo, molho e fermento biológico. O resto usamos o que tínhamos em casa. Os sabores escolhidos foram muçarela (tá certo?) e portuguesa (portuguesa do RJ e não portuguesa de SP). Dica: a linguiça portuguesa da Sadia é muito boa pra pizza! Aliás: essa linguiça é vida! ♥

A receita da massa usamos uma de um blog que não lembro, que só lembro que tirou do Panelaterapia.

 

Ingredientes:

3 xícaras de farinha de trigo

1 copo americano de água morna (obs: aqui usamos quase 2… vai colocando aos poucos e vendo o ponto da massa, até desgrudar das mãos, nem muito dura, nem muito molenga)

1 saquinho de fermento de pacotinho

2 colheres de sopa de azeite

1 colher de chá de açúcar

1 colher de sobremesa de sal

2 colheres de leite em pó (integral ou desnatado… eu usei integral mesmo)

 

Junte todos os ingredientes até ficar bem misturadinho (vai, pokemón!), coloque num pote, cubra com pano de prato (limpinho, hein? ó as bactéria!) e deixa descansar por meia hora. Colocar dentro de um microondas ou forno (desligado) ajuda também, mais abafadinho. Ligue o forno pra pré-aquecer. Depois, só esticar a massa com rolo (ou com o que você tiver em casa), numa superfície um tiquinho enfarinhada para não grudar. Não precisa se preocupar em ficar super redondinha. Eu untei a forma com bastante azeite, coloquei a massa na forma e fiz uma bordinha de acordo com o formato da forma, e plim! Pizza redondinha!  Eu fiz também alguns furinhos na massa com o garfo. Não sei se é necessário, mania minha ao fazer massas. Agora só colocar seu recheio favorito e levar ao forno por mais ou menos 8 minutos, e voilà!

 

pizza

 

Tá que não é uma CÉÉÉÉÉUS QUE PIZZA MAIS LINDA DA GALÁXIA PÚRPURA, mas garanto que tava deliciosa. E ficou melhor ainda quando virou  nosso almoço no dia seguinte xD