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eu já tentei, viu?

Eu adoooro internet, adoooro redes sociais. mesmo. mas olha, se tem uma coisa que me confunde é Twitter. é bonitinho, praticozinho e já diria Ned Flanders, muitos outros ‘inhos”, mas quer saber? quem sabe da minha vida é meu blog. e ponto.

te amo bloguezinho ♥

notícia que deve ir pro twitter (ou não): ontem estava eu às 3 da madruga acordada, quando vi o recado da Mari avisando que meu blog saiu no leia+ da Capricho… eu não entendi direito, mas depois ela me explicou… são os links que vem no rodapé da coluna “Tudo de Blog” na revista “Capricho”. Fiquei toda boba. Ampliarei 1000x e emoldurarei. Viu, mãe?

A hora de "desconectar"

Outro dia eu juro que quase aconteceu a seguinte situação: entrei em uma loja, e perguntei à vendedora se ali vendia corrente de prata envelhecido. Quando ela respondeu ‘não”, por um segundo de realidade eu não perguntei “e você sabe aonde tem um link que venda?”. Eu ia pagar um dos maiores micos psicológicos da minha vida! Imagina a cara que a vendedora ia fazer pra mim?

Já me peguei uma vez indo em direção à tv pra mudar o canal pela “tela”. Tudo culpa dessa coisa de telas touch.

E, a última de hoje foi o marido perguntando: “Re, fechou as janelas quando saiu de casa?” E eu, sem titubear: “Não amor, eu só mexo nas abas, as janelas que você deixou continuam lá…”
Sim, ele se referia às janelas de casa mesmo, aquelas, de vidro… HAHA!

Mãe, tem como?

Eu sempre reflito como é chato ser adulto. Não é uma chatice total. é aquela que vêm em umas horas assim, sabe… que podiam ser legais. Quando criança, eu não queria crescer. Não queria namorar, não queria menstruar, não queria ter filhos. Eu queria ser criança, não queria pensar na chatisse de ser adulto. E quando a gente é criança, pra tudo há possibilidade. Eu não lembro de pensar “talvez…” , mas sim “e porque não?”.

Mas eu tinha pais que diziam “não pode!”, e que estalavam a boca e faziam pra-lá-pra-cá com o indicador. A impossibilidade das coisas gruda na gente de uma maneira esquisita. O que antes dava, agora não dá mais e você nem sabe explicar o porquê, sabe? Então, ela grudou.

Aí quando o Pedro me disse “Mãe, vamos comprar um coelhinho azul com olho cor de laranja?” eu ri e respondi “Vamos tentar achar esse coelhinho quando sairmos?”
Porque possibilidades, existem.

tô querendo, tô tentando, pago quando puder.

Tentar deixar o cabelo crescer, e ignorar tooodos os bad hair day's. e o mais difícil: as pontinhas que foram navalhadas e agora são meu pesadelo de auto-estima, minhas contribuintes anti-sociais!
ser menos tic-tic com as horas (coisa mais chata eu, movida a tudo cro-no-me-tra-do_ marido agradece, bate palma e até faz almoço gostoso),  ser menos, bem menos preguiçosa (pintei as unhas do pé, -1 pra preguiça, yeh!). Mas é uma preguiça assim, meio… visual, sabe?


Doar tudo que não serve, não presta ou não deveria estar aqui, e isso inclui aquela calça de modelagem duvidosa que nem por um decreto se encaixa em algum visual – mesmo os mais alternativos- e também aquela conta da época que minha net era discada (livrai-me de todo mal, ulalá!).

 

Pintar mais, falar sempre, torcer menos a boca.

Dormir.

Ah, essas listas funcionam. Funcionam?