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A importância do Facebook OpenGraph

Você já ouviu falar em SEO?

SEO significa Search Engine Optimization. Em outras palavras, otimizar seu site ou páginas do seu site para que ele seja melhor encontrado pelas ferramentas de busca (tipo nosso famoso Google). É tipo pegar um manual do seu blog/página e dizer: “oh, aqui tão todas as minhas infos”. Sacou?

Mas não é só pro senhor Google que você precisa mostrar direitinho do que seu site fala. No Facebook, os chamados metadados de publicações também são mega importantes! Isso vai fazer com que suas publicações atraiam mais visitantes, por já ter um resumo do que a pessoa irá encontrar ali.

Já aconteceu de você postar um link do seu blog no Facebook e não aparecer imagem nenhuma na sua postagem, ou uma imagem aleatória qualquer, resultando numa frustração sem tamanho? Então esse tutorial é pra você!

Na imagem abaixo, temos um exemplo de um link postado com metadados, informando ao Facebook – e ao leitor – uma ideia/resumo do que será encontrado no meu blog.

 

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Tá, mas como a gente faz isso tia Vitrola?

No WordPress, eu utilizo o plugin YOAST SEO, que me auxilia não só nisso, mas também em outras funções SEO para meu blog.

No menu do plugin (que fica ao lado esquerdo do seu painel do WordPress após a instalação do YOAST), selecione a opção SOCIAL e depois, vá na aba FACEBOOK.

Preencha as informações de acordo como você quer que apareçam no resumo de suas postagens do Facebook: faça upload de uma imagem que represente seu blog, insira o título do seu bloge uma descrição curta do que você acha relevante sobre ele. Salve as alterações.

 

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Para ver como ficou, visite o Facebook Sharing Debbuger. Cole o link do seu blog no campo e depois clique no botão “depurar“.

 

DICA DE OURO: Após clicar em depurar, provavelmente você encontrará uma mensagem de erro na parte superior, que talvez impedirá de você aplicar suas mudanças feitas no YOAST SEO. Aqui funcionou perfeitamente após eu ter clicado em SCRAPE AGAIN, como na imagem abaixo. Em alguns blogs, diziam que era um bug do Facebook… mas não sei afirmar isso com certeza. Só sei que funcionou!

 

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É isso. Gostou? Compartilha com seus amigos e me motive a produzir sempre conteúdos do seu interesse! ♥

 

Nota: não sou especialista na área, tudo que fiz foi baseado em leitura em alguns blogs sobre o assunto. Aqui nesse blog tem um artigo bem legal e completinho sobre a assunto, pra quem quiser saber mais. Join!

 

 

Porque você deve postar menos no Facebook – e mais no seu blog

Eu dei um grito mental de desespero ao me dar conta que, já estamos no dia 7 de janeiro e eu ainda não havia feito o post de 2014. Nem a retrô-expectativa saiu (que uma hora, sai), e fiquei com um cadinho de peso na consciência. Eu não me cobro para fazer posts no blog, mas sabe… eu adoro folhear meu próprio blog vez ou outra (vai, sou narciso-blogueira, admito) e ver posts antigos, matar saudades. Ou quando quero, ou preciso,  mostrar algo para alguém, é fácil e  prático usar a busca e mandar o link, por exemplo. Diferente do Facebook, que engole postagens ou só é possível uma busca após perder alguns minutos fuçando a linha do tempo.

 

Ultimamente, percebo que postamos tanto no Facebook, que só depois nos damos conta que lá não dá para usar uma busca eficiente, ou que ele é algo “nosso”. Há algum tempo, eu já havia comentado que sentia falta de fazer posts curtinhos e com mais frequência por aqui, como eu fazia no início do Mulher Vitrola. E sei bem que não mais os faço pois, confesso: cedi aos encantos e facilidades do Facebook. Porém, nesta fase que ando pensando mais que fazendo, cheguei a conclusão que dá para deixar todo mundo feliz: posso muito bem fazer ambos. Assim, mantenho aqui no blog um registro meu, e no Facebook, para quem preferir acessar por lá. Aqui é meu, faço backup, carrego para onde eu for. Lá é do tio Marquinho… vai que ele cansa da gente e resolve deletar tudo? Fazer um Facebookicídio (ou seria Facehomicídio?). Lembrando que ainda não existe uma maneira de fazer backup das usas postagens do Facebook… vai que, né?

 

Não gosto muito de “metas”, mas vamos lá: este é um caso à parte. E uma das poucas metas que quero alcançar em 2014 será tentar manter por aqui a maior quantidade possível de registros da vidinha dessa que vos escreve. Não é um promessa, mas é uma tentativa… que não custa dar início. Como já dizia Dorothy, “não há lugar como nosso lar“, e aqui é a minha casinha de pensamentos escritos, que jamais devo abandonar 🙂 E aí, você blogueiro: como lida com isso? Também achou que o Facebook roubou um tico a atenção que você dava ao seu blog?

 

Para ler também: Por que eu ainda não saí do Facebook, por Thais Godinho e Antes de abandonar seu blog pelo Facebook, conte até cinco, por Denis Zanini.

 

 

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A fábula do blogueiro inalcançável

Eu devo ter nascido tímida. Tapado minhas partes assim que saí da barriga da minha mãe (que foi cesária, julguem ela!), ruborizada e dito “olha para lá, dotô!“. Eu era a criança que ficava muda quando alguém falava comigo, e minha mãe dizia “Renatinha, responde! Vão pensar que o gato comeu sua língua!“. E também era a criança que os pais colocavam para falar com os parentes ao telefone, eu coçava a cabeça num gesto de inquietude e só balançava a cabeça negativamente e positivamente, diante das perguntas do outro lado da linha…

 
 

Meus pais me criaram praticamente numa caixinha. Quando criança, não conversava com garotos, não beijava garotos (mas beijei uma menina e sou hétero, chupem essa conservadores!), não ficava com os garotos. E um dia, eu cheguei a pensar que era inalcançável. Sentava na janela à espera de alguém que escalasse a torre, me resgatasse, que quebrasse os vidros, tirasse as correntes… e eis o prêmio: euzinha. Baita de uma menina tola, isso sim.

 
 

É claro, isso não durou muito. Bastou a primeira decepção amorosa para que os papéis se invertessem. E lá estava eu, mandando para os quintos dos infernos a versão menininha inalcançável e pegando com gosto o papel de “Maomé, de quatro, vai até a montanha”. Desejei que explodissem todas as versões de princesas à espera do príncipe do cavalo branco. E que eu não pensaria tanto: eu diria sim. Eu virei acessível. Eu fiz novos amigos. E não, eu não perdi minha essência tímida (infelizmente).

 
 

Hoje em dia, tenho preguiça de gente que mesmo com tanta tecnologia disponível, vive fora da órbita, e que deixou de lado o que chamamos de “reciprocidade”. Preguiça de gente que não responde, que não diz que sim nem que não. E a cada depoimento de um amigo (caso recente, aliás), que simplesmente se decepciona com pessoas que ainda vivem dentro dessa torre – que aparentemente, não tem wi-fi e nem espelho – , eu me pergunto se a educação acabou ficando em último lugar. Afinal, a não ser que você seja o papa ou um famoso cantor de rock (e olhe lá!), ninguém pode ser tão inalcançável, tão inacessível… imagina então,  sendo… blogueiro? Sei não…  melhor pararem de engolir essas coroas no café da manhã, tipo… JÁ!

 
 
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Se você for a Cher, também pode.

 
 

pssssit: E pra quem quiser me dar um “oi” (adivinha só? eu respondo!), tem meu Facebook, meu Twitter e meu e-mail. E ainda mostro a cara (e os gatos) no Instagram, sem medo de vocês acharem minha vidinha medíocre e normal.

6 coisas no seu blog que você precisa ter

Pois bem, você escolheu para a vida ter um blog, ser feliz para sempre até que a internet acabe. E nada melhor do que tornar o seu espaço que, espero eu, você queira que seja lido por outros, mais agradável. Não precisa ser um guru do blog, mas bom senso é fundamental. Um botão visível de comentar (sabe zeus quantas vezes fiquei perdida em blogs até adivinhar que tinha que clicar no coração e gritar o nome do blogueiro três vezes na frente do espelho para abrir a caixa de comentários), um perfil que diga seu nome – a não ser que você não tenha um – e a cidade de onde você é ajuda a dar início a uma possível amizade. E para prevalecer os amigues on-off, nada melhor do que um espaço dedicado aos seus blogueiros favoritos, não acha? Essas e outras coisas eu resolvi representar em uma imagem, e me digam aí vocês: o que mais vocês acrescentariam?

 

Para ler também: Iemai – 5 coisas que eu não gosto no seu blog

 

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(E tem sorteio de 2 sketchbooks lindões rolando na página, participaê!)