Cabô mundo.

O mundo todo virou uma internet. Hoje eu acordei, e eu vi isso. Não, eu sei, isso tem tempo. Perdoem-me: minha ficha demora às vezes pra cair. Mas é assim. Virou e pronto. Não adianta discursar, fingir que não leu isso, tentar comer o último sonho da padaria. Agora você é mais um que sabe. Vai contar pra todo mundo, eu sei. Vai ligar o pc, mas vai achar velho até o fato de ter que digitar no teclado. Tecnologia, meu bem.

As línguas (não sei se são más, ou videntes), dizem que é tudo culpa de um tal de Google. Eu acho que é verdade, mesmo. Juro. Sabe aquela coisa de chip no corpo e tal? Então. Passado. Vai ser coisa muito mais mudérna. Tão mudérna que ninguém nem tem idéia ainda. Só sentimos aqui e ali, alguém nos seguindo, sabendo tudo que fazemos. E ainda por cima, nós permitimos!

Sábia é minha sobrinha, exincluída digital, que toca na tela do pc pensando que funciona como touch screen… essa sim, tá na onda !

ps: “tá na onda” também é old, viu como eu ainda não cheguei lá?
Obs.: só pra esclarecer, é claro que isso é um post irônico, inspirado numa conversa que tive ontem. Essa que vos fala é completamente fanática por tudo que há de novo, velho ou o que ainda vai surgir.

 Exemplo de família antenada.

Recado do bolso.

Eu tenho uma mania bem post-it. Mania de escrever tudo num pedacinho de papel à parte. No trabalho, sempre anoto quando vejo algum link interessante, ou idéia pra algum post (o segundo mai raramente, percebeu?). No final do “expediente”, esses papéizinhos tem destino certo: meu bolso.
E aí que eles ganham um novo papel (trocadilho, hãm?). Por exemplo, às vezes eles fazem papel de dinheiro. é deprimente… aqueles segundos esperançosos, e quando se vê… são apenas… papéis.
De links preciosos, mas apenas papéis. Ou então de atrapalhadores oficiais. Quando quero encontrar apenas aquela moeda perdida no bolso, e quando encontro ela vem acompanhada de milhões deles! Na maioria das vezes, caindo no chão e criando pernas com o mínimo vento…
E, o mais curioso de todos, o de misterioso… códigos indecifráveis, músicas que não sei o ritmo, telefones que nunca sei de quem são ( sei que fui eu que anotei, mas e se foi num momento de ‘Ei, tem uma caneta? anota esse número pra mim:…”). O fato é: Eu nunca sei de onde eles realmente vieram…

nota: Eu tenho Delicious, Digg e sei lá mais o que pra guardar links. Mas continuo achando os post its muito mais eficazes… mesmo que eles sigam o mesmo destino depois, o próprio Delicious 🙂

eu já tentei, viu?

Eu adoooro internet, adoooro redes sociais. mesmo. mas olha, se tem uma coisa que me confunde é Twitter. é bonitinho, praticozinho e já diria Ned Flanders, muitos outros ‘inhos”, mas quer saber? quem sabe da minha vida é meu blog. e ponto.

te amo bloguezinho ♥

notícia que deve ir pro twitter (ou não): ontem estava eu às 3 da madruga acordada, quando vi o recado da Mari avisando que meu blog saiu no leia+ da Capricho… eu não entendi direito, mas depois ela me explicou… são os links que vem no rodapé da coluna “Tudo de Blog” na revista “Capricho”. Fiquei toda boba. Ampliarei 1000x e emoldurarei. Viu, mãe?

A hora de "desconectar"

Outro dia eu juro que quase aconteceu a seguinte situação: entrei em uma loja, e perguntei à vendedora se ali vendia corrente de prata envelhecido. Quando ela respondeu ‘não”, por um segundo de realidade eu não perguntei “e você sabe aonde tem um link que venda?”. Eu ia pagar um dos maiores micos psicológicos da minha vida! Imagina a cara que a vendedora ia fazer pra mim?

Já me peguei uma vez indo em direção à tv pra mudar o canal pela “tela”. Tudo culpa dessa coisa de telas touch.

E, a última de hoje foi o marido perguntando: “Re, fechou as janelas quando saiu de casa?” E eu, sem titubear: “Não amor, eu só mexo nas abas, as janelas que você deixou continuam lá…”
Sim, ele se referia às janelas de casa mesmo, aquelas, de vidro… HAHA!