Enrolação pré-amorosa em tempos de fast-food

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Eu sempre fiquei imaginando naquela clássica pergunta “Com os relacionamentos anteriores aprendi…” e, prontamente, eu responderia: quase nada. Na verdade, eu sou mesmo é a favor do “sábio é aquele que aprende com os erros… dos outros.” (aka fofoqueiro ou “cuido da vida alheia e da sua também, qual o problema?).
Pensando aqui e acolá, descobri cruzando os dedinhos para que tal situção não se concretize, que não tenho mais a velha paciência para a dança dos relacionamentos. Não, não, o meu vai muito bem, obrigada. Mas quero que ele fique aqui onde está, bonito, quero pra sempre e não mais procurar outros. Sou romântica, o amor é mesmo lindo e adoro borboletas na barriga, mas será tão difícil evitar a punhetação (xinguei, e nem sei se essa palavra existe), com esse amor masoquista?

Porque, se ali do outro lado existe um coração batendo direitinho por você (arritmia não conta), pra quê complicar? Pra quê sambar, pra quê gongar? E, antes que o mundo acabe – e ainda acho que vai ser em pizza – dá tempo de arriscar, chorar pelos cantos, borrar a maquiagem (ou as calças, acidentes acontecem), derrubar o picolé, colar figurinhas na parede.
Eu ainda tô com tudo e não abro do amor fast food: rapidinho e matando minha fome, sem balela, sem propaganda de 5 segundos do youtube. E já caminho há dois lindos anos nesse “se eu quero e você quer, então vem cá e me beija”. Toma lá, dá cá, baby.
Seu lado aventureiro-independente-feroz agradece e seu coração vira um chambinho de tanto amor.

14 comentários em “Enrolação pré-amorosa em tempos de fast-food”

  1. Eu preciso amar direito um maor de qualquer jeito.
    Pular de galho em galho cansa, mas dificil mesmo e não ter ninguém, então o jeito é ir a procura… de um milagre.
    KKKKKKKKKKK

    aquelahistoriana.blogspot.com

  2. Parece simples assim não… Confesso que acho esse tipo de amor ‘Se você quer e eu também, bóra’ uma coisa muito boa! Outra coisa boa e que pra mim tem relação total é aquela de que o amor de verdade se parece bem com isso: Você não sabe quando vai chegar e ficar procurando é perca de tempo. Isso de amor de verdade chega sem avisar e quando a outra pessoa corresponde da forma como você espera e aquele momento de filmes bate em você então é agarrar a sorte e seja feita a vontade de ambos.
    Passando também para avisar que este blog foi indicado no Arruma Blog e o artigo sai as 18:30 hoje (se ainda não for essa hora)

  3. Primeira vez comentando,porque visitando e lendo faço sempre que posso,agora que criei um blog fica mais fácil rsrs’ bom,acho que relacionamento são coisas complicadas.Vivo quebrando a cara e me iludindo mas é bom que eu vou aprendendo e me tornando o mais madura que eu posso e vou aprendendo a não errar novamente pelo menos tentar né

  4. Eu sempre digo que nunca aprendi nada os relacionamentos anteriores, porque antes eu nunca fui casada. Acho que namoros não mudam nada sua vida, mas casamento…aí sim…é aprendizado diário!!Estou casada há 3 anos e como aprendi, como venho aprendendo.Casar me fez muito bem e digo pro meu marido que se um dia ele não me quiser mais eu vou fazer aloka e trancar ele aqui em casa, tipo prisão domiciliar rsrs, não vivo sem tá casada com ele não…

  5. Eu já não acredito mais em amor faz um tempinho. Desisti. Não tenho paciência. Não estou a fim de abrir mão de coisas na minha vida por outra pessoa (que duvido que fará o mesmo). Então fico na minha e só tenho a ganhar: amor próprio, tempo e principalmente auto-conhecimento. Admiro quem ainda tente. Mas essa vida não é pra alguém como eu. 🙂

    1. Mari, eu acho válida sua posição. Acho que é esse o erro que muita gente comete, não quer, mas coloca a banca na praça, sabe? Como se amar fosse tipo uma obrigação. Ou você quer ou não quer, pode não parecer, mas é simples. E, ainda esquecem do principal: antes de qualquer coisa, eu tenho amor a mim mesma!

  6. Acredito que falta MUITO disso no mundo, eu tenho 21 anos casei á três meses atrás , namorei durante 6 anos (sei desde que nasci) mas quando a gente realmente ama alguém e isso é reciproco não importa o que dizem,o que falem, o amor dos dois se basta,as dificuldades,manias,briguinhas nada é maior de quando duas pessoas tem o mesmo objetivo 🙂

  7. Meu pai costuma dizer a todos que perguntam se ele já traiu a minha mãe, ou se pretende divorciar-se dela: “Levei 38 anos para me acostumar com os gostos e manias dessa mulher. Não quero ter que começar tudo de novo.”

    É bem isso. XD

  8. Acho o amor fast-food ideal, mas sou muito passional pra isso.
    Mesmo nos mais longos relacionamentos, me vejo num italiano romântico, mexicano mega apimentado…
    Quem sabe um dia eu não pare num prático relacionamento Tailandês com direito a final feliz?

  9. Eu fui casado por 7 anos e quando acabou eu fiquei muito cansado disso tudo. Desse joguinho de casais, sabe? De paquerar, de conversar com segundas intenções. Tudo isso era muito chato pra mim.

    Por sorte eu encontrei uma pessoa sem procurar (e dizem que é a melhor maneira de se encontrar alguém) e me dei muito bem com ela até que…acabou de novo. Ainda não é definitivo, ainda há chances de voltar, mas só de imaginar acabar tudo e ter que voltar praquela roleta dos namoros e “casinhos” eu já fico de saco cheio disso tudo…de novo.

  10. Sou romântica também e apesar dos quase cinco anos juntos e quase três de casados estamos conseguindo manter esse romantismo, ao lado desse amor sinto que me encontrei e que a procura acabou, por isso me completo e me sinto tranquila com essa vida. Há quem diga que a rotina de um amor pode matá-lo, eu prefiro acreditar que essa rotina nos trará um linda velhice cheia de “rabugices” e romances!

    Vanessa Figueiredo
    http://vanessinhafigueiredo.com

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