Faculdade, cabelos e as facilidades de ser arrogante

Anotem aí: vocês me verão falar muito dos assuntos relacionados à minha nova rotina. Por favor, não me abandonem. Coisa de assunto para outro post, era disso que eu sentia mais falta. Algo que me fizesse sair de casa e olhar adiante com outros olhos.
 
Para começo de conversa, eu gostaria de dizer que sei muito bem que nunca é tarde para estudar, mas vamos lá: eu sou mãe, estou no segundo casamento, e tirando os cursos que já fiz, não entro numa sala de aula há mais de 10 anos, além de estar prestes a completar meus 28 anos. É o novo no velho, sabem? É tipo dar o primeiro beijo depois da primeira relação sexual, rs.
 
Para o primeiro dia, achei interessante. A minha turma é minúscula, o que não achei tão ruim… e dos cerca de 18 alunos na classe, 2 deles tem um blog, o que me fez respirar aliviada e menos ET (e me questionar ao mesmo tempo “Como assim vocês outros dizem que gostam de escrever e não tem um blog????”).
 
Infelizmente, nem tudo são flores, e ontem percebi que os fiscais dos ônibus que pegamos para ir/retornar assinaram um contrato de ignorância. Sabe o tipo de pessoa que parece receber ordens direto do inferno? Que esquece que além de poder cumprir ordens, você pode ser sutil e educado que você pode mudar o dia de alguém, ou torná-lo insuportável? Assim. Ouvir “Vocês são bicho?” acompanhados de um sorrisinho irônio de “pobre criança ingênua”, seguidas ainda de “Parem com essa ilusão de ficar até o fim da aula e venham imediatamente para o ônibus”. Pobre fiscal, eu diria… o trabalho consumiu a sua educação.
 
 

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