O azar é só seu?

(o título é uma piada interna)
OBS: Esse post contém alto índice de pegação melação por pixels e não recomendo a leitura caso você já esteja açucarado.
Você já apanhou muito de amor? Eu já. E eu já conheci pessoas que vou lembrar e outras que quero esquecer para sempre (se pudesse).

Mas como já dizia o sábio “tudo muda, até bermuda” (hi hi hi). E muda mesmo. Para mim as coisas começaram a mudar há quase dois anos. E foi quando conheci uma pessoa pra lá de bacanuda. Mas aí, adivinha? Essa pessoa bacanuda foi logo se mostrando desbacanuda logo de cara. Teimoso. Implicante. Não concordava com o que eu concordava, achava que sabia mais do que eu, e tinha uma sinceridade que, vish… de doer.
Eu sentei, parei e pensei “puxa vida… e eu achando que era fácil lidar comigo”. Pois é. Eu estava lidando com algo que me enfrentava justamente por se parecer comigo. Cacilda. Faz o quê? Se descabela, ué!

Maaaaaaaaas… nós, humanos, somos, digamos… loucos! Sim! Muito! E eu quis conhecer essa pessoa mais e mais e… consequentemente, amando mais e mais também. Sabe porquê? Porque o que eu mais amo nas pessoas não é elas concordarem com tudo que eu digo ou penso (ok, vez ou outra, vai?), mas serem elas mesmas… amo tudo isso!
Essa pessoa aí todinha que eu descrevi, é co-adjuvante (hááá!) num dos feitos que mais amo na vida: o meu Joaquim. É o pai que se esforça, é o marido que me motiva e apóia, é o filho que a mãe se orgulha de ter. É o meu marido, e hoje é o aniversário dele.
Eu nem sei o que vou dar para ele (seus mentes poluídas!) porque ele já me deu os melhores presentes do mundo.
Feliz aniversário, meu babeludo… e você sabe que direi muito mais sendo (e escrevendo).
Te amo.
Com amor,
Re.
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