Organização do feed e paleta de cores REAL

Eu sempre serei a pessoa que defende a forma mais “intuitiva” de utilizar as redes sociais, ainda mais se for pro seu negócio. Isso não quer dizer que você não precise pensar de forma profissional (ou, contratar um profissional dependendo da sua necessidade), mas o que você conta para o mundo é muito mais que um apunhalado de regras – que nem sempre vão se encaixar no que você realmente precisa.

Eu já li TANTA coisa sobre organização do feed e paleta de cores, que isso me fez ficar mais relutante que motivada, e por muito tempo não sentia que era o que eu queria fazer e que era aplicável ao meu estilo de vida e modelo de negócio.

Hoje em dia eu olho meu feed e sinto que ele está mais próximo do que eu queria e o melhor: de uma forma muito fluida, pois não me sinto travada a postar, nem fico escolhendo fotos que SÓ se encaixem no feed, pois ele reflete exatamente minhas referências e tudo que eu quero mostrar tá ali, sabe?.

A imagem da almofada do lado esquerdo por exemplo, é muito bonita, mas não é real, é um mockup e eu não gosto tanto de mockups. A do lado direito poderia ser melhor (no dia a luz não estava tão boa), mas passa mais “aconchego” e é uma foto real, com cores reais.

E. sim: uma paleta vai fazer sua marca se relacionar com mais destaque e personalidade, não são apenas cores sem importância. Ela traz sensações, organização e melhora inclusive nas suas estratégias. E justo por isso, seu feed não precisa ser igual a todos, você tem sua personalidade e ela é interessante justamente por ser sua! As pessoas querem mais disso, acredite 🙂

O início de tudo

Já falei aqui num post anterior como você pode dar início à definição da sua marca, partindo de um logotipo. Com ele definido, você terá mais facilidade de aplicar e definir sua paleta e estilo de feed sem grandes dificuldades.

Pense nas coisas que você mais gosta e facilite seu processo

Eu sou fanática por papel pardo (tanto na cor quanto no material, mesmo), texturas de madeira, coisas que brilham (holográfico, glitter, flúor, etc.) e tons de rosa e roxo. Junto disso, eu gosto de fotografias com fundo claro, diurnas, e mais “quentes”, com mais proximidade do olhar.

O que eu fiz foi um mix de tudo isso que eu mais gosto, e que por consequência, estaria sempre presente nas coisas que eu faço, pois são minhas referências. O conteúdo acaba sendo gerado automaticamente seguindo esse “padrão”.

Você até pode utilizar sites como Pinterest para pegar algumas referências, mas se você vende produtos físicos, recomendo você separar o que tem na sua casa e fotografar, mesmo, ir fazendo combinações (não subestime as texturas!) e experimentando até encontrar algo que te deixe satisfeita. Assim você irá experimentar texturas, iluminação e criar composições mais reais.

Na hora da fotografia, alguns ajustes nas configurações da câmera me permitiram fotografias mais próximas do que eu gosto. O restante, é ajuste em programas de edição mesmo, apenas básicos, sem filtros para não alterar cores dos produtos.

Experimente, Experimente!

Há quem tenha medo de testar publicações, como se a vida dependesse disso. Gente, é só algo online, as pessoas estão muito preocupadas com a própria vida para dar hate em quem não estabeleceu ainda um padrão de posts na internet, sabe? Vai na liberdade, testa e vê o que te faz feliz e o que funciona para você ♥

Dica: sites como o Coolors ajuda na criação de uma paleta a partir de uma imagem ou uma foto, por exemplo. Vale a pena tentar 🙂

Eu acho que hoje em dia eu tenho um estilo fofo-papel-cartoon-rústico, haha. Tendo isso, te convido a pensar: como você definiria seu estilo de postagem, mesmo que de forma “doida”? Você acha que segue um estilo de cores e fotografias de acordo com sua personalidade, ou nunca pensou nisso antes?

E se você esta muito perdido e não sabe por onde começar, você pode contratar meus serviços para criação inteirinha da sua marca – desde o logotipo, paleta de cores e até sua papelaria. Manda uma mensagem para revitrolailustra@gmail.com e vamos conversar 🙂

A Hora da Laranja

Eu nem sei mais quantos dias temos o que foi nomeado “quarentena” pois me perdi nos dias. Eu lembro de termos nos isolado em meados de março, quando ainda estava em Ubatuba, e desde então, tenho feito na medida do possível coisas para me esquivar do vírus – não sei se foi sorte ou ciência, até agora.

Todos os dias sinto essa agonia no peito e penso o quanto é injusto, na roleta da vida, ainda acontecerem coisas ruins neste período. Deveria ser impedido. De gente que aparece montado a cavalo à melodia de mosquito na ouvido em noites de um suposto frio carioca: tudo que importuna deveria ter sido temporariamente suspenso.

Desde a mudança – me mudei de Ubatuba para Duque de Caxias, no RJ, no início de maio – por mais loucura e movimentação que um mudança tenha gerado, ficar em casa tem me dado tempo de fazer muitas coisas. Mas o tempo da pandemia parece um relógio diferente. É um relógio mais barulhento, ora rápido demais, ora tão lento que os ponteiros mais parecem duas agulhas atravessando a sola do pé.

Decidi aproveitar algumas das minhas horas livres fazendo coisas bobas & prazerosas, e cada semana (ou mês, não sei mais) escolho algo que me faça contemplar nem que seja por um tempo o simples fato de ainda estar aqui. Ainda no dilema se isso é um castigo ou dádiva, meu favorito até agora foi o desta quinzena (??) que eu nomeei carinhosamente de “Hora da Laranja”: eu corto uma laranja em 4 partes, tiro a casca, coloco num potinho e sento numa cadeira de praia na varanda, que ainda tá com o piso metade pintado de cinza, metade só num cimento brusco.

Fico sentada ali, naquela meticulosa divisão de cores quase enganosas a olhos despidos, ouvindo as galinhas do vizinho que religiosamente, por volta das 5 da tarde, disputam o galho das árvores, observando a nossa horta se formar e o quintal ganhar uma nova cara em mais de 30 anos: Sensação de satisfação temporária e necessária.

É tudo que eu preciso por agora.

(menos de racistas e fascistas. isso a gente não quer.)

Preciso de um logotipo, e agora?

É muito normal ter um negócio em ficar com muitas dúvidas quando surge a necessidade de desenvolver um logotipo para seu negócio. A começar pela expressão – que julgo ser a menos importante das dúvidas – sim, é “o logotipo” e não logomarca, nem “a logo”. Mas isso é papo bobo e longo de designer, rs.

Listei aqui dicas para te ajudar quando for contratar alguém para desenvolver a sua marca que vai muito além da expressão correta. Vamos lá?

Contrate alguém que você se identifique

O primeiro dos maiores erros cometidos é contratar alguém para fazer seu logotipo sem antes pesquisar sobre os trabalhos anteriores, tipo de traço, estilo e etc. do artista. Pense bem: você precisa de um trabalho que irá sintetizar todo seu negócio em uma arte, e o mínimo é que você se identifique com as referências do seu escolhido (a) e confie no projeto. Certo?

O que fazer? Pergunte ao seu artista escolhido se ele possui algum portfolio (uma espécie de vitrine virtual com os trabalhos que ele já fez) ou, se poderia enviar alguns trabalhos anteriores. Sem surpresas, as chances de você obter um trabalho alinhado às suas expectativas é bem maior.

Junte referências da sua marca

Sabe a expressão “me ajuda a te ajudar?” Então, digamos que a criação de um logotipo é mais ou menos assim. Normalmente, você irá receber muitas perguntas do seu designer escolhido sobre seu negócio, uma forma de ajudá-lo a executar um trabalho em sintonia com suas expectativas. Mas, não tem mágica: quanto mais informações você der, melhores podem ser os resultados.

O que fazer? Tente reunir em textos, imagens e o que mais for da sua vontade, informações que você considera valiosas sobre sua marca. A sua história, detalhes peculiares do lugar onde você trabalha ou do seu serviço, coisas que você tem como referência ou que gosta muito, e assim por diante. Não tenha vergonha, não precisa ser nada muito longo nem específico, nem que necessariamente será colocado na arte, mas a mente de um criativo é isso mesmo: um misto de muitas referências!

Menos é mais

Essa é clássica das clássicas, mas, sempre bom mencionar: um logotipo precisa ser o mais objetivo possível. As pessoas precisam bater o olho na sua marca e entender do que se trata, assim, nos primeiros minutos. Logo, sei que pode ser muito tentador reunir a ilustração dos doze gatos, três montanhas e uma xícara de café, mas… vai ter que rolar um resumo!

O que fazer? Pense na versatilidade que sua marca precisa ter, por exemplo: se você for participar de um evento e dividir um pequeno espaço com outras marcas, você terá o menor destaque tendo um logotipo com muitas informações, correto? Ou se você precisar aplicar em outras superfícies, seu logotipo funcionará tão bem quanto numa página em branco?

Explorando possibilidades

O mais legal depois de um logotipo entregue e finalizado é ver as possibilidades que os clientes tem aplicando o logotipo das mais diversas maneiras. Etiquetas, tags, banners, aplicações em madeira… isso é ótimo para fortalecimento da sua marca, além de dar um tom mais profissional e estiloso para seus produtos.

Identidade visual criada por mim para Dona Gatolina e aplicada numa etiqueta de madeira pela cliente
Identidade visual criada por mim para Dani Mesquita Ateliê e aplicada numa etiqueta dourada pela cliente

O que fazer? Pense em áreas e produtos que podem receber sua marca. Se você não vende produtos e sim serviços, pode criar calendários, régua e pequenos brindes para datas especiais.

Se puder, sustente uma linha

Se o seu logotipo possui uma manual de marca, significa que você tem em mãos boa parte da identidade da sua marca: cores, fontes e variações. Ao pensar em criar uma identidade visual, comece também a pensar no visual do seu negócio como uma extensão do seu logotipo, contínuo, harmonioso e organizado.

exemplo de imagem com foto, texto e paleta de cores em harmonia de cores e estilos

O que fazer? Explore as cores do seu logo no seu espaço de trabalho, em fotos de divulgação, etc. Tente criar uma “paleta de cores” da sua marca semelhante ao seu logotipo. Se você tiver muitas dúvidas sobre as melhores escolhas visuais para sua empresa, pode contratar um profissional da área. com certeza você não se arrependerá e colherá bons frutos desta mudança 🙂

Agora que você já sabe de todas essas coisas, você pode conhecer mais do meu trabalho com criação de logotipos para pessoas e empresas clicando nesta página e claro, se você se identificou com meu estilo, pode contratar meus serviços. Basta enviar um e-mail para revitrolailustra@gmail.com e solicitar um orçamento 🙂

A melhor sobremesa vegana que eu já fiz

Eu não sou muito de fã de sobremesas, gosto muito mais de coisas salgadas. Mas quem, vez ou outra, não sente vontade de comer um docinho? Tinha um pacote de rosquinhas aqui que eu não sabia o que fazer com elas, então resolvi aproveitar e bolei essa receita com outros ingredientes que tinha no armário.

Embora não faça muitas sobremesas, essa de longe é uma de minhas favoritas até agora por ter bem pouco açúcar. Já quero fazer com outros recheios. E a massa me deu umas ideias bem interessantes para futuras aventuras culinárias 🙂

Sobremesa Vegana de cacau, café e amendoim

Ingredientes

  • 2 (duas) colheres de amido de milho (maizena) dissolvidos em meia xícara de água
  • 2 garrafinhas de leite de coco
  • 2 colheres de açúcar
  • 1 pitada e sal
  • Manteiga de amendoim sem açúcar
  • 2 colheres bem cheias de cacau em pó
  • 1 colher pequena de café solúvel
  • 1 pacote de biscoito maizena ou de rosquinhas

Massa:

Triture no liquidificador, processador ou até manualmente o de biscoito maizena ou a metade de um saco grande de rosquinhas, até que vire uma farofa. Eu utilizei rosquinhas de coco mesmo e ficou MARAVILHOSO! Jogue num recipiente e misture a manteiga de amendoim até virar uma farofa mais úmida. Separe uma pequena parte para jogar por cima depois, se quiser. Então, “forre” a farofa em uma forma, apertando bem. Se você tiver forma de fundo removível, ótimo. Eu não tenho, então utilizei uma assadeira de vidro mesmo. Asse por uns 10 minutos. Reserve.

Recheio:

Numa panela, adicione o leite de coco, o açúcar, o cacau em pó e o amido de milho dissolvido na água. Ligue o fogo e vá mexendo até começar a engrossar. Adicione o café solúvel e a pitada de sal. Mexa mais um pouco, desligue o fogo e espere esfriar.

Montagem:

Coloque o recheio por cima da massa e jogue a farofa que ficou reservada por cima. Leve para gelar. Coma bem geladinho ♥

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