Twitoterapia

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Já se imaginou na frente de uma multidão de no mínimo 200 pessoas, lendo uma lista de fatos ocorridos na sua vida, escritas no momento exato de sua emoção? Difícil, né?
Então que tal não ter essa multidão à sua frente, mas sim dispersa por todo o mundo, lendo fatos da sua vida escritos por você, vendo fotos suas, de lugares que foi, de pratos que saboreou, de coisas interessantes que descobriu? Apesar de estranho, soa mais fácil, não é mesmo?

Milhões de pessoas fazem isso toda semana, e até mesmo todos os dias. Compartilham suas vidas com pessoas que nunca viu e talvez nunca verá, exprimem sentimentos, desabafam, dão indiretas, e algumas até mesmo discutem…

Falar sobre você faz bem, e o limite depende de cada um. Não deveria existir um “isso não deveria ser dito por você”. Cada um deve saber arcar com as consequências de suas emoções expressas, e o que os outros expõem não deveria nos atingir.
Até onde seus sentimentos podem ser expostos?

13 comentários em “Twitoterapia”

  1. Isso é bem verdade. A gente fica aqui na internet e acha que é algo muito distante da nossa vida, mas se pensarmos bem, é a nossa própria vida. Essa super exposição pode causar, inclusive, problemas… pq aifnal de contas, nem todo mundo é tão bem intencionado, né?

    Beijinhos!!

  2. E ainda tem gente que fala a cor da calcinha no twitter e depois reclama de falta de privacidade.
    Quem vive nas redes sociais tem que entender que o negócio é público, e pensar muito bem antes de escrever qualquer coisa.
    Imagine que qualquer um pode ler, e que muitas empresas te procuram no google antes de cogitar te contratar 🙂

    Na sexta um professor da facul “sorteou” o nome de um aluno e apresentou pra classe um “perfil” dele, abrindo todas as coisas que ele coloca nas redes sociais.
    Imagine se só tivesse besteira?

  3. Acho que é mais fácil expor sentimentos pra pessoas estranhas. Elas não te conhecem, você não as conhece… É mais simples, as palavras saem mais facilmente. Mas não acho que todo e qualquer desabafo sirva para o twitter.

  4. Eu pratico diariamente, e quase que o tempo inteiro…só não dou umas boas twitadas quando estou dando aula, pq os alunos iriam perceber e ficar me enchendo o saco…rs ^^
    Bjus e carinhos, fica com Deus

  5. Eu acho que pra tudo tem que ter limite, além de consciência. Gosto muito do twitter, e posto bastante, embora meus tweets não sejam assim tão pessoais. Isto é, não poderiam ser usados contra mim ou algo do tipo. Mas é claro que conheço várias pessoas que se acabam se expondo demais por lá e, obviamente, isso não é recomendado. Mas foi um alerta interessante. Realmente, as pessoas tinham que pensar mais por este lado

  6. Tuitar é maravilhoso! É como dar voz aos pensamentos…mas engana-se quem pensa que tuitar é falar sozinho. A velocidade das informações que circulam é impressionante, por isso deve-se ter cuidado com palavras que se soltam ao vento.
    Responsabilidade e maturidade para arcar com as consequências são essenciais.

  7. Acho que o nível de exposição no Twitter depende do nível de exposição na vida real. Se você é uma pessoa mais aberta na vida real, certamente será mais aberta também no Twitter.
    Acho o Twitter uma invenção muito válida, mesmo. É uma forma, de verdade, de você saber um pouco da vida das pessoas que você gosta, mas que estão há quilômetros de distância de você. 🙂

    Ou das que estão pertinho e você não tem tempo de ver!

    Enfim, acho que o limite quem impõe é cada um.

    Beijão!

  8. Ah, eu adoro xingar muito no twitter, haha
    Eu sempre achei estranho e já julguei muito quando surgiu o twitter. Mas decidi entrar e houve um tempo que era viciada].
    Cada um sabe seu limite mesmo, mas acho que o que há em comum entre nós twitteiros , é que somos egocêntricos, gostamos muito de nos vangloriar, afinal, só postamos o que queremos, não postamos as coisas que nos causam vergonha. Isso, só quem faz parte da nossa vida na real, é quem sabe.

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