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Quando eu tinha uns cinco anos eu conheci meu avô Nelson, que na verdade era padrasto do meu pai. Nos identificamos de imediato, mesmo sem nenhum grau sanguíneo de parentesco: ele fazia belíssimas telas de pintura à óleo (e também dava aulas), falava vários idiomas, amava gatos e adorava música italiana. Me presenteou com várias...Leia mais