Tevelizão, o sofá duro e sem pipoca.

Adoro ver TV. Principalmente filmes e séries. Também gosto de alguns outros programas, tipo Man VS Food, alguns sobre artesanato, decoração… Mas, vamos lá: tem muita porcaria na TV. Porcarias amadas, eu sei, mas tem. E quem nunca viu (mesmo que não tenha gostado depois) que atire a primeira pedra. Fiz um TOP FIVE dos meus odiados. Olhe lá as pedras que vão atirar em mim, viu?

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Esquadrão da Moda
Eu já assisti muitas vezes a versão original, e vejo vez ou outra outros programas do estilo (10 anos mais Jovem, Mude meu Look, etc.) Mas se tem algo bizarramente absurdo nessa versão brazuca é de como eles conseguem deixar a pessoa totalmente pior ou sem personalidade nenhuma. Quem sou eu pra julgar coisas de “moda”, minha opinião é de mera observadora. Mas acho as transformações totalmente sem alma. Próximo.

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Estrelas
Estrelas é um programa de entrevistas com a Angélica e zZzzzzzzz….

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Legendários
Eu acompanhava o Marcos Mion em Piores Clipes, na MTV e curtia o programa. Achava super “à vontade” o jeito como ele apresentava. Essa versão de CQC + Pânico do Legendários é decepcionante. Parece um desesperado em busca de encaixe de personalidade na TV. Sem contar esse bundalelê desnecessário afrontando a auto-estima moral dos bons costumes. Chato.

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Big Brother Brasil
Antes que falem “mimimi anti BBB”, vou logo dizendo que na verdade acho o BBB só chato. Como disse aqui no blog dela a querida Vah, é um programa que deveria dar certo, e ser interessante. Certo deu, é um sucesso, mas não é interessante (para mim). Queria que tivesse pessoas perturbadas, com problemas de complexidade, ex-serial killers, ex-dependentes químicos (histórias de superação, quem curte?), esposa traída e sei lá… anões. Contorcionistas. Um circo humano. Uma jaula psicológica. Assim do jeito que tá, é chato demais. Muita gente “normal” junto. Blé.

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Pocker Stars
Primeira observação: eu não sei jogar nenhum tipo de jogos de cartas. E não gosto, não quero aprender, caramba! Mas o que mais me irrita nesse programa é que eu só preciso de uns 10 mil e voíla, todas as minhas dívidas estão sanadas. Ver gente apostando tanto dinheiro é demais pro meu coração. Me dá tristeza. Quase choro, juro. Porque nenhum deles me manda um pouquinho?  (Desculpa maridinho, sei que você ama esse programa!)

Sessão Drive-in

O que algumas pessoas não devem saber é que sou uma fanática por filmes. Do tipo que fica triste se não assiste ao menos um por dia, e que não sai do pé do Filmow (vide lista nos 1056 filmes). Pensando nisso, vou listar alguns vez ou outra, os que eu gostar, prometo não recomendar coisa ruim. Se bem que gosto é igual… enfim, vamos lá. Separem a pipoca (eu prefiro Doritos), e boa sessão!
 
 
Albergue Espanhol (L'Aubergue Spagnole, 2002 – França/Alemanha)
 
Xavier (Romain Duris) tem 25 anos e está terminando o curso de Economia. Um amigo de seu pai lhe oferece um emprego no Ministério da Fazenda, mas para assumir o posto o rapaz precisa saber a língua espanhola. Ele decide acabar seus estudos em Barcelona, para aprender a língua. Para isso vai ter que deixar Martine (Audrey Tatou), sua namorada há quatro anos. Ao chegar em Barcelona Xavier procura um apartamento no centro da cidade e acha um em que deve morar com sete estudantes, todos estrangeiros. Com eles Xavier vai descobrir a autonomia e a sexualidade e iniciar a vida adulta.
 
Opinião: Filme gostoso de assistir, seja pela diversidade étnica dos personagens, ou pela história, que apesar da proposta jovem, tem mensagens legais. Pra quem tem ou teve algum tipo de aventura do tipo mudar-se para um local diferente, ou passou por república, vai gostar mais ainda. Sem contar as partes bonitinhas e engraçadas que o filme tem.
 

Bonecas Russas (Les Poupées Russes, 2005 – França/Inglaterra)
 
Agora com trinta e poucos anos, Xavier (Romain Duris) trabalha como escritor de telenovelas e jornalista free-lancer, mas sonha poder ser livre para escrever suas próprias histórias. Ele continua em contato com sua ex-namorada Martine (Audrey Tautou), agora mãe solteira. Dividido entre Wendy (Kelly Reilly), a amiga britânica, e uma modelo, Xavier conta com a ajuda de Isabelle (Cécile de France), sua amiga lésbica, para encontrar o verdadeiro amor.
 
Opinião: A sequência de "Albergue Espanhol" não deixa a desejar. Os personagens enfrentam outros dilemas, mas o encanto do enredo é o mesmo. O mais bacana é a forma como é abordada os romances, e não conseguem ser muito piegas. Para as mulheres, determinada cena vai dar muita raiva da ala masculina. Só não conto mais senão vira spoiler, rs.
 

Os Edukadores (Die Fetten Jahre Sind Vorbei, 2004 – Alemanha)
 

Jan (Daniel Brühl) e Peter (Stipe Erceg) são dois jovens que acreditam que podem mudar o mundo. Eles se auto-denominam "Os Educadores", rebeldes contemporâneos que expressam sua indignação de forma pacífica: eles invadem mansões, trocam móveis e objetos de lugar e espalham mensagens de protesto. Tudo ia "bem" até Jule (Julia Jentsch), namorada de Peter, descobrir sobre os Edukadores  e convencer Jan a invadir a casa de  Hardenberg (Burghart Klaubner), um empresário que a processou por um acidente de carro. Porém o que eles não esperavam era que o empresário os surpreendesse dentro da casa, o que os força a sequestrá-lo.

Opinião: O filme é muito tenso pelas cenas, e levam à uma reflexão única sobre ideologia. Um dos melhores do gênero "revolucionário" que já assisti. 
 

Adeus, Lenin (Good Bye, Lenin!, 2003 – Alemanha)


Em 1989, pouco antes da queda do muro de Berlim, a Sra. Kerner (Katrin Sab) passa mal, entra em coma e fica desacordada durante os dias que marcaram o triunfo do regime capitalista. Quando ela desperta, em meados de 1990, sua cidade, Berlim Oriental, está sensivelmente modificada. Seu filho Alexander (Daniel Brühl), temendo que a excitação causada pelas drásticas mudanças possa lhe prejudicar a saúde, decide esconder-lhe os acontecimentos. Enquanto a Sra. Kerner permanece acamada, Alex não tem muitos problemas, mas quando ela deseja assistir à televisão ele precisa contar com a ajuda de um amigo diretor de vídeos.

Opinião: Adeus, Lenin me surpreendeu por tratar de uma questão política de uma maneira tão irreverente. Inteligente, gostoso de ver e ainda tem Daniel Brühl num  ótimo papel de um filho que faz coisas muito fofas (e loucas) pela mãe.