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Linketes da semana #11

24 de maio de 2015 às 02:09 | Arquivado em: Mundo Blogueiro

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Semana agitada! Teve tanto post bacana que quase a lista não acaba. Bom, né? Adoro quando vocês estão inspirados, pois me inspira também ♥ Aproveita que tem bastante link legal pra entrar nessa onda de inspiração e quem sabe, ter seu link aqui na próxima semana? 

 

Sobre confiança e o transbordar – A Vida Quer

Ensinando gratidão para o filho – Família Palmito

Separando roupas para doação – Dela Rosa

Programas de casa e decoração que você precisa assistir – Morando Sozinha

Como fiz um papel de parede estiloso por menos de R$50 – Avó Queria

Minha vida de ilustradora: início e desafios – Mulher Vitrola

Orgulho de ser o maior idiota do mundo – ChocolaDesign

Como eu me organizo com o blog – Casinha Arrumada

Como decorar um quarto gastando pouco – Além da Rua Atelier

Como pegar mulher na balada – So Contagious

 

 

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Minha vida de Ilustradora: início e desafios

22 de maio de 2015 às 14:17 | Arquivado em: Ilustracões

Quando o Quim ainda era vivo, eu estava impossibilitada de sair de casa, e passava 24hs dentro de um quarto. E sentia uma necessidade enorme de "externar" de alguma forma a angústia que tomava conta de mim naquela época. Eu sempre usei da arte para me expressar – desenho, pintura, modelagem, costura –  mas, como eu faria isso utilizando apenas os meios ali disponíveis?

 

Aí sabe aqueles "plim" que você acha que só acontece em filmes? Aconteceu comigo. Olhei pro computador e tocou aquela musiquinha angelical: taí! eu vou ilustrar.

 

Eu cobrei, na época, 50 reais pela minha primeira ilustra digital. Pensa num MEDO. Fiz uns 5 rascunhos, morrendo de medo da minha primeira cliente odiar, falar mal de mim, pedir pra eu devolver o dinheiro… neuras normais de iniciante. Só que deu tudo certo: minha primeira cliente amou o resultado. Ufa! Aquilo me motivou de tal forma que claro, se tornou inesquecível.

 

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À esquerda, uma das primeiras ilustras, ainda aprendendo a utilizar os programas em 2011, e à direita, uma ilustra que fiz ano passado (e é uma das minhas favoritas!)

 

Para quem não sabe, eu sempre desenhei. Nunca fiz curso, e até tentei, mas técnica é algo muito enfadonho pra mim. Então meu aprendizado é basicamente lendo, observando, experimentando. Já senti vergonha disso, hoje em dia eu percebo que cada um tem sua maneira de aprender, e você tem que ir em busca daquela a qual faz te sentir mais confortável.

 

Desenhos de 2003. Nessa época eu assinava como "Renata Penélope", e ainda não tinha encontrado um estilo de desenho. Tudo tinha total influência dos desenhos que eu assistia.

 

Com o tempo, senti que era hora de investir e assim, botar o negócio rodar pra valer. Juntei dinheirinhos pra comprar uma tablet (eu ainda uso a mesma desde quando comecei, uma Wacom Connect), dar uma turbinada no computador (até um tempo atrás meu monitor era na tv da sala, imagina, haha) e melhorar o meu cantinho que hoje em dia é todo dedicado ( tem algumas fotos aqui neste post). E claro, comecei a fazer meu jabá por aí!

 

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bem orgulhosa posando perto de algumas pinturas em tela e digitais que já fiz, rs

 

A parte que é SEMPRE triste, e faz parte da vida de um ilustrador lidar com isso frequentemente, é como as pessoas agem, principalmente se você trabalha em casa (home office). Não entendem que você tem horários e compromissos, que você leva HORAS para fazer um trabalho e acham que você "faz rapidinho aí no pc" e claro, que você precisa VIVER: pagar uma saída, um objeto qual você queira se presentar, etc. Isso não é vergonhoso. Acredite, já tentaram me fazer sentir CULPADA por isso. Assim como todo mundo que trabalha, você MERECE receber por ele! É justo e não é crime algum.

 

Ter um trabalho independente é bom, mas a gente erra muito, e tem que aprender a lidar com muitas coisas – na maioria delas, sozinho –  principalmente, com paciência, pois as coisas nunca virão num estalar de dedos e tem seus altos e baixos… e eu continuo recebendo minhas lições. A última e a mais recente delas, foi a mais difícil de todas: eu achei que era hora de parar. Eu perdi o foco, desanimei, não sentia o mesmo prazer de antes. E foi necessário, pois só assim pude refletir melhor sobre o que eu queria, como eu queria… e tudo está bem melhor, meu coração voltou a bater timidamente, embora eu ainda sinta que tenho um longo caminho a percorrer … mas isso é conversa pra outro post!

 

meme super fofo que rolou esses dias e não resisti! #conheçaoartista #meettheartist

 

Quis fazer esse post só pra contar um pouquinho da vida de ilustradora pra vocês (tava devendo um tempão, eu sei!), mas te pergunto: você tem alguma dúvida? Tem algo que gostaria de saber que eu não tenha mencionado aqui? Fique à vontade para perguntar, eu vou adorar responder e quem sabe, ajudar caso você esteja começando também :) E claro, aos amigos ilustradores e blogueiros: eu adoraria saber mais sobre a vida de vocês como ilustradores num post como esse! ♥

 

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Na cozinha da Vitrola: Esfiha aberta

19 de maio de 2015 às 12:31 | Arquivado em: Na Cozinha

Eu sempre peço delivery de esfihas, pois amo muito, muito mesmo. Mas tô numa onde de cortar custo e pra variar, cismei com receita de esfiha (que nunca fiz) e fui procurar. Foi difícil, viu? Envolveu muita pesquisa, e após algumas leituras e muitos vídeos do youtube… tcharam! Nasceram minhas primeiras esfihinhas abertas.

 

A receita é bem simples. Anotaí os ingredientes:

 

– Farinha de Trigo

– Sal

– Açúcar

– Fermento biológico (usei aqueles desidratados)

– Água morna

 

As medidas serão as seguintes: se você quer muitas esfihas, muitas MESMO, tipo umas 20:

 

– mais ou menos 800 g de farinha de trigo

– Dois sachês de fermento biológico

– Uns 500ml de água morna

– Um colher de açúcar e metade de sal.

 

Coloque a farinha na tigela. Na água morna, acrescente o fermento, o sal e o açúcar. Misture e depois coloque na farinha, devagar e vá mexendo com uma colher. A massa não pode ficar nem mole demais (grudando nas mãos) nem dura demais. Se ficar mole: acrescente mais farinha. Se ficar dura, acrescente mais água morna. Misture bem com as mãos, sovando com bastante carinho!

Deixa a massa descansar por cerca de 20 minutos (eu coloco um paninho limpo e guardo no microondas – desligado, óbvio – nos dias mais frios). Após isso, coloque a massa numa mesa enfarinhada, dê uma leve sovada e separe em bolinhas, que serão as esfihas. Espalhe fubá na mesa. Deixe as bolinhas descansarem no fubá para a massa crescer de novo, por mais uns 10 minutos.

 

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Agora é a hora de fazer as esfihas.

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Desse jeito vocês consegue fazer duas esfihas de uma vez:

1. passe fubá de um dos lados de duas bolinhas.

2. Una os dois lados com fubá, para que não grudem, fazendo uma espécie de sanduichinho.

3. Vá apertando a partir do meio para as bordas.

4. Prontinho! Separe e você terá feito duas esfihas de uma vez :)

 

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O recheio é a seu gosto: fizemos de carne moída (a clássica com hortelã), marguerita (queijo muçarela, queijo parmesão, tomatinho e manjericão), frango desfiado com catupiry e muçarela com orégano.

 

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Elas assam bem rapidinho, então, atenção ao forno! Um dica é dar uma viradinha sutil na pontinha de alguma. Se estiver douradinha, pode tirar. Ficaram tão boas que não consegui tirar fotos da esfiha assada… HAHAHAHA! Desculpa pessoal!