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10 lembranças da época da escola #rotaroots

28 de fevereiro de 2015 às 18:19 | Arquivado em: Papo de Vitrola

Quando o assunto é escola, obvimente as lembranças não são poucas e foi muito difícil separar apenas 10, afinal, foram 11 anos de período escolar! E sobre minha vida escolar, além das lembranças, ainda tenho algumas curiosidades:

 

– Eu nunca fiz prézinho, CA, essas coisas… fiz uma prova (que acho que hoje em dia é proibido, não sei) e pulei direto para a primeira série.

– Eu nunca participei de nenhuma formatura escolar, nem no final do segundo grau – e me arrependo muito disso.

– Eu nunca gostei de participar de danças escolares, fantasias, nada dessas coisas. Logo, nunca dancei festa junina. Tem uma foto que tive que segurar uma bandeira do Brasil pro dia da Independência e eu tô chorando. E o Pedro puxou a mim total nisso, affão…

– Quando cheguei na 6ª série, eu sofri tanto bullying, mas tanto, que minhas notas caíram absurdamente (a ponto de tirar 0 nas minhas matérias favoritas) e pedi pra meus pais me tirarem da escola. Fiquei mais ou menos um ano e meio sem estudar e total reclusa por causa dos traumas. Foi uma das épocas mais tensas da minha vida e que mais me doem recordar… 

– O melhor professor que tive até hoje, infelizmente, é falecido. Uma parte muita grande das opiniões que desenvolvi ao longo dos anos foram graças a ele. Ele fez realmente muita diferença na minha vida!

 

Então, vamos às memórias?
 

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Cheirinho de Giz de cera: Cheirinho de giz de cera para mim era o marco principal de volta às aulas. Acho que principalmente pelo fato que, antes de começar a usar canetinhas e lápis de cor, aprendemos a usar o giz de cera, aqueles grossões (de aparência muito fálica, por sinal Oo) que se tacar na cabeça de alguém, vai parar no hospital. Hoje em dia acho o cheiro deles até mais suave, mas antigamente era bem forte e contagiava toda a sala de aula.

 

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Kichute: o mundo era dividido em dois tipos de pessoas: os que amarravam kichute na canela e os que amarravam por baixo do kichute. Saudades kichute engraxadinho com nuget que durava o ano inteirinho!

 

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Biblioteca: que internet que nada! As pesquisas escolares eram na raça e era tudo caçado na biblioteca. E ainda tínhamos que consultar o arquivo pra pedir o livro no balcão por código. Fora a disputa que era chegar primeiro pra pegar o melhor livro. Lembro que a biblioteca da escola ainda era um ambiente agitadíssimo: além de muita zoeira, ainda rolavam altas paquerinhas silenciosas, haha! Até hoje quando entro numa biblioteca lembro dessa época.

 

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Feira de Ciências: Pelo menos nos colégios que estudei em Duque de Caxias, a Feira de Ciências na verdade se chamava Feira de Cultura e eu A-MA-VA! Teve uma época que o tema era décadas, e minha turma pegou anos 70. Eu pirei! Naquela época eu já amava coisas retrô e amei muito fazer. Meu grupo pegou vídeo cassete, e tudo ficou tão legal que ganhamos a feira :)

 

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Mimeógrafo: até hoje quando sinto cheirinho de álcool eu lembro das provas que eram feitas com mimeógrafo. Ficava aquele cheirinho de álcool deliciooooso! A gente fazia as provas tudo doidão de árcoooor! Mas lembro que quando as provas começaram a ser feitas com xerox, tinha um cheirinho de queimado que eu também amava! Ou seja, sempre fui uma cheiradona, hahaha!

 

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Totó: sei que é algo no mínimo estranho para lembrar de escola, mas vou explicar: na escola onde estudei tinha uma área de lazer para os estudantes e tinha uma mesa de totó, que era o pooooint da galera. Todo final de aula eu ia lá assistir minhas amigas jogarem (eu nunca jogava, juro, haha!). Então, até hoje, quando vemos uma mesa de totó é automático: "Lembra quando a Re (minha amiga) ganhava todas no totó?"

 

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Loira do banheiro e outras lendas: A escola é um dos ambientes mais propícios para lendas urbanas. Quem nunca ouviu sobre a loira do banheiro? Da kombi que parava na porta da escola e levava crianças? Estudante que ficou grávida sentando no vaso sanitário? Lembro que o colégio onde estudei tinha um campo de mata enorme, e uma época rolou um boato que uma menina tinha sido assassinada lá. Pronto! Terror brotado nas nossas cabecinhas por semanaaaas!

 

 

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Caderneta de presença: Ostentação escolar era ter essa caderna com mais "presente" do que "ausente". Não tinha muito pra onde fugir nessa época…

 

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Coleção Vagalume: Eu era APAIXONADA pelos livros da Coleção Vagalume e meu favorito até hoje é A Ilha Perdida. Fiquei sabendo que vão fazer um filme do Escaravelho do Diabo, e achei a notícia super legal!

 

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Shortinho balonê e saia pregueada: Vou confessar que eu ODIAVA esse shortinho, achava a coisa mais ridícula do mundo. Gente, parecia uma calcinha com fralda! Gostava disso não… porém, amava saia pregueada e o sapatinho boneca. Eu tinha um de vinil tão lindinho ♥

 

E você, o que lembra da época da escola? Lembra de algo do post? Ou tô muito véia? haha!

 

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Chega Mais, visitinha à Oscar Freire e desabafo Riachuelo…

23 de fevereiro de 2015 às 01:30 | Arquivado em: Papo de Vitrola

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1 - Para quem ainda não sabe, deu a louca e taquei logo a tinta roxa que eu tinha comprado, nos cabelos. Não consegui até agora tirar uma foto decente, pois não tenho mais câmera (a minha deu defeito), e a câmera do meu celular não pega  a cor (aparece tudo de uma cor só, haha!). O máximo que consegui foi isso… 2 – Sábado estive na Rede TV! para gravação de um novo programa que vai estreiar dia 1 de março às 18:30, o Chega Mais. Terá um quadro chamado "Liga das Blogueiras", numa espécie de competiçãozinha, hehe. Acho que vai ser bem legal e tô feliz por ter blogueiras que conheço e adoro como a Paula e a Bia3/4 – Aproveitando o passeio em SP, a Dri e a Paula me levaram na famosa Ben & Jerry's lá na Oscar Freire (essa rua é muito chique, eita…). Pedi ÓBVIO de sabor cheesecake, que é uma de minhas sobremesas favoritas. Muito gostosinho! Mas amei mesmo foi a kombi deles super colorida ♥ 5 – Me senti meio Frozen em frente à Galeria da Melissa! Bonito, né? Será que cabe aqui em casa?  6 – Também conheci a famosa Forever 21 e… achei infelizmente tudo muito caro pra mim, apesar de umas coisinhas que achei bem bonitinhas. Mas encontrei esse colar que foi amor à primeira vista e adivinha? Estava de 49,90 por 7,90! E no caixa ainda me falaram que estava mais barato: 7,50 #felicidadedepobre #naopedidescontojuro

 

Apesar dos acontecimentos felizes do FDS, preciso contar algo que me deixou BEM chateada, envolvendo uma loja que eu gosto muito e sou cliente há muito tempo.

 

Passei na Riachuelo na sexta com a Dri no Central Plaza Shopping, e estávamos olhando algumas cartelas de brincos que estavam em promoção. A Dri ouviu uma outra funcionária responder à outra cliente que os brincos poderiam ser trocados por outros de cartela igual (alguns da cartela estavam oxidados, outros faltando). Quando a Dri começou a trocar, uma outra funcionária nos abordou dizendo que não podia. Tudo bem, explicamos que tínhamos ouvido e ficou por isso. Não satisfeita, a funcionária passou a NOS VIGIAR, assim, na cara dura sabe? Como ela era algum tipo de supervisora, teve que sair "do posto" e… chamou outra menina pra nos vigiar!

 

Ficamos muito incomodadas e envergonhadas (além de estarrecidas!). Saímos da parte de bijuterias e fomos pro outro lado da loja pra procurar o caixa, e ver se no caminho teria algo interessante. Do nada a tal supervisora sai em disparada atrás de mim dizendo "não, vocês tem que deixar a bijuteria no caixa das bijuterias, não pode endar pela loja com elas na mão, não". WHAT? Eu SEMPRE peguei acessórios, colocava dentro da bolsa da loja com outras peças e só depois passava no caixa das bijuterias para passar o código e ninguém, de nenhuma outra Riachuelo NUNCA falou nada. E MESMO que fosse necessário, acho que há maneira e maneiras de abordar um cliente, para evitar constrangimentos, né? 

 

Enfim, eu estava mega cansada da viagem e acabei nem estendendo a discussão com a moça que sequer sabia explicar o motivo da "regra", mas tô abismada com a falta de profissionalismo das funcionárias de uma loja como a Riachuelo. Fomos tratadas como se estivéssemos bancando as espertinhas, sabe? Péssimo atendimento, péssimo profissionalismo. Nota zero pra eles! :(

 

Já aconteceram algo do tipo com vocês? Tô me sentindo bem arrependida por não ter dado a louca com razão, mas como disse, eu estava mega cansada da viagem :(

 

 

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Bonzinho, só se FO… r pagando.

12 de fevereiro de 2015 às 20:52 | Arquivado em: Papo de Vitrola

Antes de qualquer coisa: tia Vitrola defende que as pessoas hajam de coração e boa vontade, de preferência SEMPRE. Mas também sei que o mundo real é dureza fi, que a gente engole mais que sapinhos, engole a sapataria inteira.

Mas quero contar uma historinha pra vocês. Vâmo lá.

 

Uma vez trabalhei num lugar que tinha que lidar com gente. Pessoas. Peoples*. Criaturas. E grazas, fui bem educada em casa e sempre trato as pessoas bem, com sorriso no rosto mesmo quando por dentro tô cortando com o machadinho 1000 pedacinhos de bofe. Era um trabalho relativamente fácil e divertido. Mas tinha um cRiente que tirava o sono da galera. Vou chamar ele de Seu Crébo porque sim, tá. Então.

 

O Seu Crébo já chegava com aquele olhar que só ele tinha, uma antipatia meio Clodovil feat Luana Piovanni. Antes mesmo de fazer o pedido já estava reclamando que o atendente era lento, e o atendente que nem era lento, ficava lento porque ficava nervoso com o Seu Crébo, e só fazia besteira. Eu vendo aquilo todo quase santo dia, aquele stress, aquele "AI VAI LÁ VOCÊ, NÃO VAI VOCÊ, AI EU FUI ONTEM" tomei as rédeas e falei "eu dou um jeito nele" (assim mesmo, toda poderosa).

 

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Fui lá atender Seu Crébo, e dentro de mim cortando não um bofe, mas o Seu Crébo em mil pedacinhos com o machadinho. Peguei o pedido do "simpático", dei meu maior sorrisão, dei uma apressada de leve na cozinha e entreguei o pedido dele antes dele colocar a língua no nariz (você consegue?)

Todo sem motivos pra reclamar, Seu Crébo, meio que… desmontou. Começou a desabafar do dia dele, da vida, dos cachorros, da vida sofrida no apê dele com cobertura em Copacabana… enfim. Virei psicóloga. Aí todo santo dia Seu Crébo queria o quê? Ser atendida pela menina sorridente (ai mo pai, onde fui me meter?).

 

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Eu poderia contar um final bacana, "que lindo que Seu Crébo se tornou mais simpático, e ficamos amigos pra sempre", né? NÃO, gente. Nem sei dele, nem quero saber. Ali era meu local de trabalho, e nada fiz mais que ajudar também meus colegas de trabalho a não serem importunados pela criatura. E AINDA BEM que não trabalho mais lá, tá doido, sabe lá quanto tempo eu teria que aturar ele? Sai pra lá, jacaré.

 

Tudo isso só pra dizer: se você for um cuzão, a não ser que alguém seja PAGO pra isso, não tem obrigação de te aturar. Faz yoga, vai ver um filme, criar um Twitter, QUE SEJA. Mas não ache que todos tem obrigação de serem bonzinhos com você. Falou? Não seja um Seu Crébo, evite cortes mentais de machadinho. Bigada.

 

*: A Chell me avisou que não existe a palavra "peoples" (viu o que dá não continuar o cursinho de ingrêis? pozé). Então já sabem. Não me perguntem qual é o certo (tbm não sei) e não levem pra vida as grafias das palavras (inclusive em português) que escrevo aqui, tá? hauhauahu!