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Deu zebrinhas! (o vestido “clonado”)

27 de setembro de 2014 às 12:46 | Arquivado em: Costura

Quantas vezes você já comprou uma roupa que gostou tanto, que queria poder duplicá-la? Conheço algumas pessoas que até fazem isso (compram várias peças iguais, só mudam a cor), mas confesso que não sou muito adepta. Às vezes a paixão vem com o tempo, sabe?

 

Um tempo atrás, comprei um vestido na Caedu e fiquei apaixonada. Pelo tecido, pelo modelo super simplezinho, a cara dos passeios em Ubatuba, principalmente nos dias quentes. Me apaixonei tanto, que resolvi "dar vida" a um tecido que eu tinha ganhado de presente da minha sogra, e pedi para uma costureira reproduzir o modelinho. A surpresa? Não custou nem 30 reais (e ainda veio o molde, para eu me arriscar nas costurices depois!).

 

Tirei algumas fotos para vocês verem como ele é bobinho no cabide e super fofinho no corpo. Não preciso nem dizer que não tem glamour nas fotos, né? É só para levantar mesmo a questão que à vezes, tem uma costureia aí no seu bairro supimpa e você tá dando mole, podendo ter roupas exclusivas e do jeitinho que você quiser por um precinho mó camarada. Ainda matei saudade do tempo em que 90% das roupas que eu tinha quando era criança, eram de costureiras amigas da minha mãe. Por um mundo com mais costureirinhas de bairro ♥

 

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Na esquerda o original, na direita, a cópia :)

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10 ideias/tutoriais para customizar seu tênis!

21 de setembro de 2014 às 12:08 | Arquivado em: Tutoriais

Quando eu era adolescente, eu era mais criativa. Adorava inventar ideias para customizar roupas, bolsas, sapatos… a adolescência se foi, mas os tênis ficaram. Depois da maternidade, abandonei os saltos (acontece um desequilíbrio pós-maternidade que não sei explicar). Pra ajudar, moro numa cidade em que usar salto é coisa de ocasião de festas ou baladas, ou seja: para quem não é muito adeptos das duas situações tipo euzinha, vive à base de tênis e sapatilhas mesmo.

Me deu vontade de recordar as customizações e fui caçar tutoriais para inspirar a mudar a cara dos companheiros pra toda hora e: eita povo criativo!

 

 

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Tutorial AQUI

 

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Tutorial AQUI

 

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(não encontrei a fonte da imagem :/)

 

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Tutorial AQUI

 

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Tutorial aqui

 

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tutorial AQUI

 

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(não encontrei a fonte da imagem :/)

tenis-customizado-8Tutorail AQUI

 

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tenis-customizado-10Tutorial AQUI

 

 

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5 comunidades que eu criaria no Orkut #rotaroots

16 de setembro de 2014 às 14:47 | Arquivado em: Mundo Blogueiro

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Para ler todas as blogagens coletivas do Rotaroots, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

 

Lembro que meu primeiro contato "oficial" com a internet, em 2004, foi o blog e o Orkut. Não sabia muito bem como funcionava, mas achei a proposta interessante, adicionei alguns amigos e alguns meses depois já enviava e recebia depoimentos e escrevia ~leio, respondo e apago todos os comentários~ e ~não add sem scrap~. O Orkut na época era bem mais que um nome esquisito de um carinha mais esquisito ainda: era o início de nossas pílulas de compartilhamento diário. Esse ano, ele achou que era hora de dar tchau e… adeus Orkut

 

Pensando nisso, o Rotaroots sugeriu que fizéssemos um post sobre uma das coisas mais legais do Orkut: as comunidades. No texto abaixo, segue as 5 comunidades que eu criaria nele. Será que você faria parte de alguma delas? 

 

escuta aqui queridinho

 Eu juro que geralmente sou uma pessoa paciente, mas não muito quando vejo gente metendo bedelho em coisas que não são de direito. E o sangue ferve PRINCIPALMENTE quando se trata de mocinhos que acham ter todo o conhecimento acerca dos "deveres femininos" (oi?). Pra começo de conversa, queridinho: não estamos às suas ordens. E se eu quiser abrir pernas e ler livros, isso é problema MEU. Se eu quiser tirar fotos que você julga "vulgares", tá ligado, né: Isso é problema meu também. Então pega a sua opinião do que mulher tem que fazer ou se comportar e já sabe, né?

 

Falou, levou, queridinho.

 

gritei e a barata nao sumiu  

Num mundo perfeito, baratas não existiriam. E principalmente, não voariam, nem comeriam extremidades do seu corpo (pois é!). Mas esse mundo não existe, e mesmo sabendo que ele não é perfeito, eu juro que sempre acho que se eu gritar, a barata irá desaparecer, créc!. Nunca funciona. Mas o baygon tá ali, ó. De butuca. Nunca falha.

 

(marido sempre que vê o baygon que estava novinho vazio, sabe que apareceu uma barata quando ele não estava em casa…)

 

 

latemaisalto

 

 Eu tenho deficiência auditiva unilateral desde sempre. E me acostumei à isso, não sei dizer como é ouvir com os dois ouvidos por motivo de: nunca ouvi. E não é legal não, eu me acostumei, mas isso está longe de dizer que vivo ~de boas~. Uso técnicas de leitura labial automaticamente, mas não sou fera, nem sempre funciona. E meu sofrimento fica evidente toda vez que alguém fala muito baixo, principalmente quando deveria falar alto.

 

Geralmente, eu apenas falo, educadamente (pois pessoas costumam se irritar à beça quando você pede para repetir ou falar mais alto): "Pode falar mais alto, por favor?", quando na verdade minha vontade é de dizer "FALA MAIS ALTO, CARALHO!". 

Desculpa, gente. Mas ninguém pensa nos surdinhos. Ninguém.

(por mais cinemas com filmes legendados, please!)

 

 

naoseiposar

 

 Eu desenvolvi a técnicas de selfie mesmo quando nem era chamada de selfie. Sempre gostei de tirar fotos minhas, e meu presente de aniversário de 12 anos de idade foi uma câmera fotográfica! Mas sou péssima, PÉSSIMA em tirar fotos de corpo inteiro. Já até comprei um tripé para ver se ajudava, mas confesso que não treino tanto quanto deveria. O resultado: na hora do "vamos tirar uma foto?", minhas mãos até suam.

Sabe a pessoa toda torta na foto, pose esquisita, desengonçada? Pois é, essa será eu :(

 

 

parecometida 

 Não bastasse eu ser surdinha, de uns anos pra cá minha visão piorou muito. Uso óculos à quase dois anos, e ainda não me acostumei. Odeio.

E toda aquela excitação de fazer exame regularmente pra ver o grau e trocar óculos bonitinho (já disse que é caro?) é balela. Chega uma época que as prioridades mudam, você vai adiando, o grau parece não ser mais o mesmo… e você vai levando a vida, chamando fulano de beltrano, cumprimentando pessoas erradas na rua, e se perguntando quem é o louco do outro lado acenando para você. Certamente, não deve ser para você. Vamos ignorar. Não, pera, era sim… vish.

 

E aí, quais comunidades você criaria? (eu poderia criar uma infinidade, na verdade, hahaha!)