o que é que dá liga?

Desde que me tornei vegana, uma das perguntas que mais ouço é: “tá, mas aê o que é que dá a liga?”

É fato, você aprende a cozinhar com determinados ingredientes toda uma vida e se depara com questões assim. Oras, como é que dá a liga?

No bolinho de arroz eu sei. Mas cá fiquei pensando o que é que liga e des-liga nas relações. Aquela liga invisível e mermão, mutável. Toda mutável. 

Não sei se é cheiro que dá liga, se é pelo, se é pele, se é ideia. 

Liga de lealdade, de pensar junto, de ter empatia. 

Mas tem liga que desliga. E tem aquela que liga e re-liga, dá uma liga perfeita pra bolinho nenhum botar defeito. Que doideira, né? 

 

ps: põe farinha de arroz no bolinho de arroz. voilá: liga.

 

Todo mundo é vampirão

Calma, isto não é um post sobre a situação política atual ou sobre de qual lado do muro você está (a cair).
Mas tu tem sim, um digno representante monstruoso da sua humanóidade, visse?

Tu já parou pra pensar que, de todas as figuras mais populares monstruosas, nós mais nos assemelhamos com os VAMPIROS?

primeiro: você muito provavelmente, vai MORRER sem saber como você é de verdade. Nenhum reflexo deste mundo representará a figura exata do que você é. E isso explica como sua cara sai de um jeito no celular, outra na sua câmera e outra no espelho da academia. Igual a quem mesmo? Sim, vampirões. Seres monstruosos – e talvez aqui haja uma defesa sobre a fama terrorística – que não refletem nunquinha em nenhum espelho.

segundo: das histórias mais populares, o vampiro é o único que, além de ter que ostentar diariamente uma digna capa, tem como “enredo” sempre uma frequente: morder pescocinhos para se manter alimentado e vivendo. De novo, lembrando nós, que sempre dependemos de comida… até onde sei. Ou você aí vive de vento?

terceira e última: vampiros são um bando de sugadores. sugamos coisas todo tempo, comendo e respirando. fora os que sugam a energia dos outros… dezolivre.

Enfim. Quem somos nós pra condenar o pobre Conde Orlock (aka Nosferatu) por apenas VIVER de acordo com a condição que ele não escolheu, né?

bença!

Publicidade, mulher e cerveja juntos DO JEITO CERTO

Quando você tem um blog, é comum receber releases de campanhas. Eu gosto de receber, mas raramente são temas que me interessam a ponto de postar no blog, pois aqui se trata de um espaço com um conceito MUITO particular. Quando recebi esse e-mail do Coletivo Publicitárias com A, achei que tinha tudo a ver com o blog e claro, No que eu acredito. Segue o e-mail, na íntegra, logo abaixo.

Publicitárias e cervejaria artesanal unidos em ação no Mês da Mulher

Acostumadas a “matar jobs” comemorativos nas mais diversas ocasiões em seu dia-a-dia, as profissionais do mercado mato-grossense do Coletivo Publicitárias com A abraçaram mais um desafio neste Dia da Mulher.

A convite da Louvada, a primeira cervejaria artesanal de Cuiabá, e da Agência /renca, responsável pela comunicação da marca, o Coletivo desenvolveu uma ação conjunta para o Dia da Mulher, desmistificando conceitos como o de que mulheres não gostam e/ou entendem de cerveja, ou mesmo de que “não podem” sentar em uma mesa de bar sozinhas para degustar uma cerveja, ou, ainda, reunir amigas para uma happy hour.

Peças publicitárias leves e bem-humoradas, como um filme para internet, posts nas redes sociais e displays para mesas de bares, apresentam ao público o conceito “Coisa de Mulher Louvada”, associando a Louvada e seus produtos a uma posição de empoderamento, sem cair nos clichês da propaganda tradicional para a data.

Durante o mês, as consumidoras serão convidadas a postar fotos e comentar o que, para elas, é ser uma mulher Louvada, usando a hashtag da campanha (#coisademulherLouvada).

O objetivo da ação, além de aproximar ainda mais a marca de suas consumidoras, provocando a reflexão e o debate sobre questões que envolvem o cotidiano feminino, é apresentar o Coletivo Publicitárias com A, que nasceu em maio de 2017, por iniciativa de um grupo de profissionais, que se deparou com a ausência de palestrantes mulheres em um evento do setor, o que contrasta com a realidade do mercado, onde as mulheres estão fortemente presentes.

As publicitárias resolveram reunir outras colegas, primeiramente como um mapeamento informal do mercado e, desde então, o Coletivo vem planejando e desenvolvendo ações em prol da visibilidade da mulher e da igualdade de direitos no ambiente profissional, a começar pelo networking, criando uma rede de indicações para oportunidades e propostas de trabalho.

“A iniciativa surgiu no momento certo, quando temas como sororidade, empoderamento feminino, assédio, disparidade de salários entre homens e mulheres, conciliação dos papéis de mãe e profissional, entre tantos outros, têm sido debatidos em todos os mercados, de todas as regiões do país. E nós, autênticas mulheres louvadas, que honramos nossas trajetórias, não poderíamos ficar de fora desta discussão”, afirma Silene Ferreira, presidente do Coletivo.

“Faço parte do Coletivo e sou responsável por toda a comunicação da Cervejaria Louvada, por isso tive a ideia de unir estas forças. Ninguém melhor que publicitárias, mulheres, para criar a campanha do Dia da Mulher de uma marca que mais do que nunca, tornou-se uma coisa de mulher Louvada”, conta Natália Darini, sócia-proprietária da Agência /renca.

E o cliente também “comprou a ideia e a causa”. Ygor Quintela, diretor de Marketing da Cervejaria Louvada diz como recebeu a novidade: “Quando a /renca me trouxe a ideia fiquei empolgado, porque as mulheres já representam metade do nosso público consumidor e a gente honra esta preferência com muito orgulho”.

Com iniciativas como essa, ganham o cliente, os profissionais envolvidos e, principalmente, o mercado feminino.

Veja as peças da campanha nos perfis do Publicitárias com A (publicitariascoma) no Instagram, Facebook e no canal do YouTube, além dos perfis da Agência /renca e da Cervejaria Louvada.